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  • KASG: gateway de segurança para veículos autônomos | Blog oficial da Kaspersky Tatyana Golubeva
    De acordo com uma pesquisa internacional, a participação de mercado de veículos sem motorista e altamente automatizados está crescendo rapidamente. Os analistas estimam que os próximos 10 a 15 anos marcarão uma grande mudança de projetos-piloto para a adoção em massa do transporte autônomo. O impulso está crescendo em todo o mundo: a Europa já implementou mais de 35 projetos-piloto de veículos autônomos, enquanto os EUA e a China registram mais de 450 mil e 250 mil viagens comerciais respectivam
     

KASG: gateway de segurança para veículos autônomos | Blog oficial da Kaspersky

17 de Junho de 2026, 10:00

De acordo com uma pesquisa internacional, a participação de mercado de veículos sem motorista e altamente automatizados está crescendo rapidamente. Os analistas estimam que os próximos 10 a 15 anos marcarão uma grande mudança de projetos-piloto para a adoção em massa do transporte autônomo. O impulso está crescendo em todo o mundo: a Europa já implementou mais de 35 projetos-piloto de veículos autônomos, enquanto os EUA e a China registram mais de 450 mil e 250 mil viagens comerciais respectivamente por semana. No entanto, o relatório observa vários obstáculos que retardam esse progresso. Uma dessas barreiras é a incerteza em torno da responsabilidade legal e da regulamentação, inclusive nas áreas de segurança e proteção. A alocação de responsabilidade entre fornecedores, fabricantes, clientes corporativos e usuários finais continua sendo um ponto importante de discussão.

Cada player do mercado vê a questão de garantir a segurança de veículos autônomos de forma diferente. Para as montadoras, significa assumir a responsabilidade por como um veículo se comporta na estrada e por verificar seus fornecedores. Para os próprios fornecedores, significa projetar mecanismos de segurança diretamente na sua arquitetura de solução desde o primeiro dia e garantir sua adequação. Para as seguradoras, isso significa revisar completamente seus modelos de risco para considerar não apenas acidentes, mas também possíveis falhas de software e ataques cibernéticos. Em última instância, todos concordam em um ponto fundamental: a segurança deve ser um recurso fundamental do veículo, não um complemento opcional.

Como garantir a segurança veicular na era moderna

Durante anos, as discussões sobre segurança automotiva se concentraram estritamente na segurança funcional. Em outras palavras, o objetivo era garantir que os sistemas veiculares funcionassem corretamente e que os riscos associados a possíveis falhas fossem totalmente mitigados ou reduzidos a um nível aceitável. A norma ISO 26262 “Veículos rodoviários — Segurança funcional” ajuda a enfrentar esse desafio e serve como parâmetro para a indústria automotiva.

No entanto, o veículo conectado moderno é um sistema ciberfísico complexo que armazena e processa grandes quantidades de dados, incluindo informações confidenciais. Como consequência, isso leva ao surgimento de novas necessidades fundamentais. Para traçar uma analogia com dois níveis da hierarquia de necessidades de Maslow, um veículo moderno deve:

  • Satisfazer a necessidade de “estima”. Isso significa que o sistema deve armazenar de forma segura e confiável os dados do perfil do usuário, como credenciais da conta, dados biométricos, detalhes de pagamento e muito mais.
  • Satisfazer as necessidades cognitivas do usuário, o que significa que o sistema deve fornecer conectividade segura com a internet, transmitir a telemetria do veículo e enviar lembretes para manutenção programada ou de emergência.

Tudo isso significa equipar os veículos com uma ampla gama de interfaces (telemática, Bluetooth, Wi-Fi, conectividade celular, atualizações OTA e V2X), o que abre as portas para ataques remotos. Portanto, é necessário garantir não apenas a segurança funcional, mas também a segurança das informações no veículo. Como resultado, normas especializadas do setor que ajudam a enfrentar os desafios de segurança cibernética automotiva surgiram na maioria dos países. As principais normas internacionais são ISO/SAE 21434 “Veículos rodoviários — Engenharia de segurança cibernética”, UNECE R155 e UNECE R156.

As regulamentações na China também estão evoluindo. Em 2024, o país publicou a norma nacional GB 44495-2024 “Requisitos Técnicos para Segurança Cibernética de Veículos”, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026. O documento introduz requisitos obrigatórios de segurança cibernética para veículos, incluindo proteção de comunicações, gerenciamento de eventos de segurança, monitoramento de ameaças e interação segura do veículo com a infraestrutura externa.

Compreender e aplicar essas normas está se tornando absolutamente crítico. A pesquisa mostra que os riscos de segurança cibernética estão aumentando diariamente e o impacto na segurança funcional pode eventualmente desencadear incidentes muito mais perigosos do que uma falha interna do sistema. O que acontece se um invasor obtiver acesso ao sistema de controle remoto de um caminhão autônomo ou conseguir atualizar uma unidade de controle eletrônico crítica durante uma sessão de diagnóstico não autorizada?

Um dos principais componentes para mitigar esses cenários é um gateway de segurança, que isola a arquitetura do veículo em diferentes domínios com base na criticidade, ao mesmo tempo em que fornece roteamento, filtragem e controle de tráfego seguros. Desenvolver esse tipo de solução de software é precisamente o foco de nossa equipe à medida que criamos o Kaspersky Automotive Secure Gateway com base em KasperskyOS.

Qual o diferencial do Kaspersky Automotive Secure Gateway?

O objetivo principal do Kaspersky Automotive Secure Gateway (KASG) é proteger o domínio CAN do veículo, pois o barramento CAN é usado para transmitir uma grande quantidade de comandos de controle críticos. Isso afeta quase 80% das unidades de controle eletrônico dentro do veículo, que lidam com o gerenciamento do motor, frenagem, eletrônica da carroceria e muito mais. Por isso, utilizamos a abordagem de Cibersegurança Protetiva, uma arquitetura unificada que considera os requisitos de segurança funcional e de segurança cibernética.

Por exemplo, os mecanismos padrão de Proteção de ponta a ponta (E2E) são normalmente usados para mitigar os riscos associados a mensagens CAN perdidas, fora de ordem ou corrompidas. No entanto, esses mecanismos não foram originalmente projetados para combater ciberataques direcionados. Se um invasor conseguir construir um quadro malicioso que esteja em conformidade com o formato E2E necessário, o sistema poderá aceitá-lo como válido.

Isso introduz um novo fator: é fundamental não apenas verificar se uma mensagem foi entregue sem erros, mas também garantir que foi realmente gerada por uma unidade de controle eletrônico (ECU) confiável e não foi alterada em trânsito. Isso é particularmente vital para transmitir comandos de controle, como aqueles enviados ao sistema de frenagem do veículo, ou para implementar sistemas de entrada sem chave (NFC).

Para enfrentar esse desafio, os mecanismos de Comunicação Segura A Bordo (SecOC) são integrados à arquitetura do veículo. Esses sistemas usam métodos criptográficos para verificar a autenticidade e a integridade da mensagem, protegendo o sistema contra ataques de spoofing e repetição de mensagens. O KASG implementa com sucesso esses mecanismos, que, além da verificação de mensagens, executam a função crucial de gerenciamento centralizado de chaves. Isso permite que as chaves de criptografia sejam distribuídas e atualizadas a partir de um único ponto dentro do veículo, reduzindo o custo e a carga de processamento nas ECUs envolvidas na troca de dados apoiada pelo SecOC.

IDS automotivo

No entanto, em sistemas complexos, não é mais suficiente aplicar mecanismos de segurança somente a mensagens individuais ou segmentos de rede separados. É essencial fornecer monitoramento e controle em todo o veículo, rastreando anomalias comportamentais, interações incomuns entre domínios e tentativas de adulteração não autorizadas. No domínio de TI, isso é conhecido como um Sistema de Detecção de Intrusão (IDS). Esses sistemas também foram adotados com sucesso pela indústria automotiva.

Ao mesmo tempo, é importante perceber que, para um veículo moderno, um IDS não é um único ponto mágico de coleta e análise de dados. O veículo requer um sistema de monitoramento distribuído. O monitoramento é realizado em vários níveis de arquitetura: dentro dos domínios, no nível do controlador individual e nos limites da rede.

O gateway de segurança se torna um ponto de monitoramento crítico porque toda a interação entre domínios passa por ele. Além disso, o gateway fornece visibilidade da troca de dados em diferentes segmentos da rede veicular. Sua missão é detectar desvios do comportamento normal e gerar eventos de segurança.

Quando se trata do monitoramento do domínio CAN implementado no KASG, o IDS observa os seguintes critérios para análise de tráfego:

  • Alinhamento dos parâmetros da mensagem CAN (CAN ID, DLC) com suas descrições na especificação DBC.
  • Frequência e periodicidade das mensagens CAN.
  • Faixas permitidas para sinais CAN.

Na prática, no entanto, uma limitação importante fica clara: mesmo com um IDS integrado, é necessário mais contexto para determinar as características exatas de um ataque. Além disso, ao operar veículos altamente automatizados, onde o monitoramento de toda a frota é essencial, essa análise isolada torna-se inerentemente insuficiente.

Conectar um veículo a um SIEM

O monitoramento de múltiplos objetos, a correlação de dados e a análise de dados podem ser tratados externamente com eficiência, especificamente em sistemas SIEM (Gerenciamento de Eventos e Informações de Segurança), que são tradicionalmente usados em centros de operações de segurança cibernética corporativos e industriais. Portanto, utilizar um sistema SIEM em toda a frota é uma etapa lógica que torna possível:

  • Coletar eventos de segurança de vários veículos.
  • Correlacione eventos ao longo do tempo e entre contextos.
  • Detecte ataques avançados e distribuídos.
  • Fornecer auditoria e investigação de incidentes.
  • Responda a incidentes individuais e gerencie os riscos cibernéticos em toda a frota.

Ao integrar com sistemas SIEM externos, várias tarefas críticas devem ser abordadas: garantir uma conexão segura, ajustar o processo de transmissão de eventos de segurança e estabelecer regras de linha de base para o processamento e a correlação de eventos. Estamos trabalhando ativamente em todos esses desafios usando nosso próprio sistema SIEM Kaspersky Unified Monitoring and Analysis Platform como plano-base.

Ainda há muitos desafios pela frente que precisam ser resolvidos. Este artigo abordou apenas uma fração das metodologias atualmente usadas no KASG para garantir a segurança e proteção veicular. No entanto, mesmo esta pequena seção demonstra que a segurança automotiva não pode ser alcançada resolvendo um único problema ou aplicando um único mecanismo. Alcançar a proteção eficaz requer uma abordagem que permita o desenvolvimento metódico da arquitetura, equilibrando diversos requisitos para a funcionalidade, segurança e confiabilidade veicular.

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  • A evolução das regras de correlação do SIEM | Blog oficial da Kaspersky Alexander Marmalidi
    Em termos simples, a lógica do sistema SIEM funciona assim: se o evento A ocorrer seguido do evento B, isso pode indicar um ataque, e um especialista em segurança da informação deverá ser notificado. Mas, no cenário atual, esse modelo simples está se mostrando cada vez menos eficaz. Recentemente, nossos especialistas analisaram um incidente de grande repercussão: invasores comprometeram a infraestrutura de atualização do popular software Notepad++ e distribuíram malware por meio do mecanismo de
     

A evolução das regras de correlação do SIEM | Blog oficial da Kaspersky

1 de Junho de 2026, 09:55

Em termos simples, a lógica do sistema SIEM funciona assim: se o evento A ocorrer seguido do evento B, isso pode indicar um ataque, e um especialista em segurança da informação deverá ser notificado. Mas, no cenário atual, esse modelo simples está se mostrando cada vez menos eficaz. Recentemente, nossos especialistas analisaram um incidente de grande repercussão: invasores comprometeram a infraestrutura de atualização do popular software Notepad++ e distribuíram malware por meio do mecanismo de atualização. É simplesmente impossível ter regras previamente definidas e especificamente projetadas para neutralizar cenários desse tipo.

Os próprios ataques tornaram-se mais sofisticados: os invasores usam ferramentas legítimas, atacam a cadeia de suprimentos comprometendo softwares fora do perímetro corporativo, estendem seus cenários ao longo do tempo e disfarçam suas ações como atividades normais. Em outras palavras, eles não “invadem” a infraestrutura; na maioria das vezes, eles fazem login e usam software legítimo. Como resultado, as regras fixas clássicas do passado não são acionadas ou geram muitos alertas falsos. Foi isso que levou à mudança para cenários de correlação mais flexíveis.

Conteúdo SIEM atualizado dinamicamente

Atualmente, o conteúdo de correlação não é mais um conjunto estático de regras, mas sim um processo: ele evolui e se adapta constantemente às ameaças atuais. Somente em 2025, lançamos 55 atualizações de pacotes de regras para diferentes versões e idiomas do nosso sistema Kaspersky SIEM. Em apenas um ano, adicionamos 10 novos pacotes de regras, além de 250 regras de detecção e diversas melhorias no conteúdo existente. Neste ano, já adicionamos 43 novas regras e refinamos outras 63. No total, isso equivale a mais de 850 regras que abrangem uma parte significativa da estrutura MITRE ATT&CK.

As regras do Kaspersky SIEM são desenvolvidas com base nos insights de nossos especialistas, que analisam ataques recentes no mundo real, principalmente a partir das descobertas do nosso serviço de detecção e resposta gerenciada (MDR) e das nossas pesquisas sobre ameaças. Como resultado, nossas regras abrangem cenários (do reconhecimento à escalação de privilégios) que envolvem as abordagens mais recentes utilizadas pelos invasores. Por exemplo, detectamos o uso de novas técnicas de ataque, como a campanha ToolShell.

Além das atualizações programadas, a equipe também lança regularmente o chamado conteúdo emergencial: conjuntos de regras voltados à resposta rápida a técnicas de ataque novas e inesperadas. Em fevereiro, por exemplo, regras de detecção foram lançadas para contornar a autenticação em produtos Fortinet por meio do mecanismo de SSO: os invasores usaram solicitações SAML especialmente elaboradas para obter acesso a sistemas sem credenciais.

De eventos a cadeias de ataque

Além disso, as regras SIEM modernas não descrevem mais eventos individuais, mas sequências de ações. Os cenários são estruturados em torno das etapas de um ataque: desde o acesso inicial até a escalação de privilégios e a persistência. A eficácia do Kaspersky SIEM é ampliada por meio da integração com o Kaspersky EDR e de conjuntos de regras dedicados ao Active Directory, que implementam dezenas de cenários de detecção de ataques em diferentes estágios. Essa abordagem nos permite ver não apenas sinais individuais, mas o quadro completo.

Integração e visibilidade interna

Outra maneira de melhorar a eficácia de um sistema SIEM é expandir as fontes de dados. Um SIEM clássico agrega eventos de diferentes níveis da infraestrutura: desde logs até telemetria de endpoints e sistemas internos. Além disso, nosso sistema SIEM inclui conjuntos especializados de regras para nossas outras soluções (Kaspersky Security Center, Kaspersky Security for Mail Groups, plataforma Kaspersky Anti Targeted Attack), que permitem o monitoramento de ações de administradores, autenticação e status do serviço. Como resultado, o sistema se torna uma ferramenta não somente para detectar ataques, mas também para monitorar a atividade interna.

No geral, o SIEM deixou de ser apenas um conjunto de regras e evoluiu para um sistema de detecção continuamente atualizado. A eficácia é determinada não pela quantidade de detecções, mas sim pela relevância delas, pela coerência e pela precisão com que refletem as ações reais dos invasores. Acompanhe as novidades sobre nossa solução Kaspersky Unified Monitoring and Analysis Platform (SIEM) na página oficial do produto.

Global Cyber Threat Brief: Identity Breaches, Supply Chain Attacks, and the Rise of Organized Cybercrime

1 de Maio de 2026, 15:22

In the past week, the global cyber threat landscape has once again demonstrated how rapidly attackers are evolving shifting from isolated intrusions to coordinated, multi-stage campaigns targeting identities, supply chains, and service providers. From large-scale identity data exposure to sophisticated token abuse and ransomware-driven disruptions, these incidents highlight a critical reality: attackers are increasingly exploiting

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  • Invisible Threats Within: Detecting Botnet Activity and Data Exfiltration Before It’s Too Late Aniket Gurao
    In today’s cyber threat landscape, attacks are no longer always loud or immediate. Many of the most damaging incidents begin quietly hidden within normal network activity, disguised as legitimate traffic, and evolving over time into full-scale compromises. Modern security requires more than just detection; it requires context, behavioral intelligence, and early intervention. This article highlights The post Invisible Threats Within: Detecting Botnet Activity and Data Exfiltration Before It’s To
     

Invisible Threats Within: Detecting Botnet Activity and Data Exfiltration Before It’s Too Late

1 de Maio de 2026, 15:12

In today’s cyber threat landscape, attacks are no longer always loud or immediate. Many of the most damaging incidents begin quietly hidden within normal network activity, disguised as legitimate traffic, and evolving over time into full-scale compromises. Modern security requires more than just detection; it requires context, behavioral intelligence, and early intervention. This article highlights

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  • Why Traditional Security Tools Fail-and How Unified AI Platforms Solve the Problem Anamika Pandey
    When More Tools Create More Problems For years, organizations have approached cybersecurity with a simple mindset-add more tools to strengthen defenses. Firewalls, endpoint solutions, intrusion detection systems, and monitoring platforms have all been layered together to create what appears to be a comprehensive security posture. Yet, despite this growing investment, security outcomes have not improved The post Why Traditional Security Tools Fail-and How Unified AI Platforms Solve the Problem a
     

Why Traditional Security Tools Fail-and How Unified AI Platforms Solve the Problem

17 de Abril de 2026, 08:13

When More Tools Create More Problems For years, organizations have approached cybersecurity with a simple mindset-add more tools to strengthen defenses. Firewalls, endpoint solutions, intrusion detection systems, and monitoring platforms have all been layered together to create what appears to be a comprehensive security posture. Yet, despite this growing investment, security outcomes have not improved

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  • SIEM Alert Fatigue Has Five Root Causes. Tuning Fixes Zero of Them. Shriram Sharma
    63% of SIEM alerts go uninvestigated every day. Learn the five structural root causes of alert fatigue and how autonomous investigation covers 100% of alerts in under 2 minutes — without replacing your SIEM. The post SIEM Alert Fatigue Has Five Root Causes. Tuning Fixes Zero of Them. appeared first on D3 Security. The post SIEM Alert Fatigue Has Five Root Causes. Tuning Fixes Zero of Them. appeared first on Security Boulevard.
     

SIEM Alert Fatigue Has Five Root Causes. Tuning Fixes Zero of Them.

10 de Abril de 2026, 20:00

63% of SIEM alerts go uninvestigated every day. Learn the five structural root causes of alert fatigue and how autonomous investigation covers 100% of alerts in under 2 minutes — without replacing your SIEM.

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  • Security Architecture for Hybrid Work: Enterprise Guide  Darren Kyle
    With 52% of U.S. employers adopting hybrid models, traditional perimeters are failing. Discover how to build a robust hybrid work security architecture using Secure SD-WAN, SASE, Zero Trust Network Access (ZTNA), and automated threat detection (SIEM/SOAR) to protect a dispersed workforce in 2026. The post Security Architecture for Hybrid Work: Enterprise Guide  appeared first on Security Boulevard.
     
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  • Investigating multi-vector attacks in Log Explorer Jen Sells · Claudio Jolowicz · Nico Gutierrez
    In the world of cybersecurity, a single data point is rarely the whole story. Modern attackers don’t just knock on the front door; they probe your APIs, flood your network with "noise" to distract your team, and attempt to slide through applications and servers using stolen credentials.To stop these multi-vector attacks, you need the full picture. By using Cloudflare Log Explorer to conduct security forensics, you get 360-degree visibility through the integration of 14 new datasets, covering the
     

Investigating multi-vector attacks in Log Explorer

10 de Março de 2026, 10:00

In the world of cybersecurity, a single data point is rarely the whole story. Modern attackers don’t just knock on the front door; they probe your APIs, flood your network with "noise" to distract your team, and attempt to slide through applications and servers using stolen credentials.

To stop these multi-vector attacks, you need the full picture. By using Cloudflare Log Explorer to conduct security forensics, you get 360-degree visibility through the integration of 14 new datasets, covering the full surface of Cloudflare’s Application Services and Cloudflare One product portfolios. By correlating telemetry from application-layer HTTP requests, network-layer DDoS and Firewall logs, and Zero Trust Access events, security analysts can significantly reduce Mean Time to Detect (MTTD) and effectively unmask sophisticated, multi-layered attacks.

Read on to learn more about how Log Explorer gives security teams the ultimate landscape for rapid, deep-dive forensics.

The flight recorder for your entire stack

The contemporary digital landscape requires deep, correlated telemetry to defend against adversaries using multiple attack vectors. Raw logs serve as the "flight recorder" for an application, capturing every single interaction, attack attempt, and performance bottleneck. And because Cloudflare sits at the edge, between your users and your servers, all of these events are logged before the requests even reach your infrastructure. 

Cloudflare Log Explorer centralizes these logs into a unified interface for rapid investigation.

Log Types Supported

Zone-Scoped Logs

Focus: Website traffic, security events, and edge performance.

Account-Scoped Logs

Focus: Internal security, Zero Trust, administrative changes, and network activity.

Log Explorer can identify malicious activity at every stage

Get granular application layer visibility with HTTP Requests, Firewall Events, and DNS logs to see exactly how traffic is hitting your public-facing properties. Track internal movement with Access Requests, Gateway logs, and Audit logs. If a credential is compromised, you’ll see where they went. Use Magic IDS and Network Analytics logs to spot volumetric attacks and "East-West" lateral movement within your private network.

Identify the reconnaissance

Attackers use scanners and other tools to look for entry points, hidden directories, or software vulnerabilities. To identify this, using Log Explorer, you can query http_requests for any EdgeResponseStatus codes of 401, 403, or 404 coming from a single IP, or requests to sensitive paths (e.g. /.env, /.git, /wp-admin). 

Additionally, magic_ids_detections logs can also be used to identify scanning at the network layer. These logs provide packet-level visibility into threats targeting your network. Unlike standard HTTP logs, these logs focus on signature-based detections at the network and transport layers (IP, TCP, UDP). Query to discover cases where a single SourceIP is triggering multiple unique detections across a wide range of DestinationPort values in a short timeframe. Magic IDS signatures can specifically flag activities like Nmap scans or SYN stealth scans.

Check for diversions

While the attacker is conducting reconnaissance, they may attempt to disguise this with a simultaneous network flood. Pivot to network_analytics_logs to see if a volumetric attack is being used as a smokescreen.

Identify the approach 

Once attackers identify a potential vulnerability, they begin to craft their weapon. The attacker sends malicious payloads (e.g. SQL injection or large/corrupt file uploads) to confirm the vulnerability. Review http_requests and/or fw_events to identify any Cloudflare detection tools that have triggered. Cloudflare logs security signals in these datasets to easily identify requests with malicious payloads using fields such as WAFAttackScore, WAFSQLiAttackScore, FraudAttack, ContentScanJobResults, and several more. Review our documentation to get a full understanding of these fields. The fw_events logs can be used to determine whether these requests made it past Cloudflare’s defenses by examining the action, source, and ruleID fields. Cloudflare’s managed rules by default blocks many of these payloads by default. Review Application Security Overview to know if your application is protected.

Showing the Managed rules Insight that displays on Security Overview if the current zone does not have Managed Rules enabled

Audit the identity

Did that suspicious IP manage to log in? Use the ClientIP to search access_requests. If you see a "Decision: Allow" for a sensitive internal app, you know you have a compromised account.

Stop the leak (data exfiltration)

Attackers sometimes use DNS tunneling to bypass firewalls by encoding sensitive data (like passwords or SSH keys) into DNS queries. Instead of a normal request like google.com, the logs will show long, encoded strings. Look for an unusually high volume of queries for unique, long, and high-entropy subdomains by examining the fields: QueryName: Look for strings like h3ldo293js92.example.com, QueryType: Often uses TXT, CNAME, or NULL records to carry the payload, and ClientIP: Identify if a single internal host is generating thousands of these unique requests.

Additionally, attackers may attempt to leak sensitive data by hiding it within non-standard protocols or by using common protocols (like DNS or ICMP) in unusual ways to bypass standard firewalls. Discover this by querying the magic_ids_detections logs to look for signatures that flag protocol anomalies, such as "ICMP tunneling" or "DNS tunneling" detections in the SignatureMessage.

Whether you are investigating a zero-day vulnerability or tracking a sophisticated botnet, the data you need is now at your fingertips.

Correlate across datasets

Investigate malicious activity across multiple datasets by pivoting between multiple concurrent searches. With Log Explorer, you can now work with multiple queries simultaneously with the new Tabs feature. Switch between tabs to query different datasets or Pivot and adjust queries using filtering via your query results.

When you correlate data across multiple Cloudflare log sources, you can detect sophisticated multi-stage attacks that appear benign when viewed in isolation. This cross-dataset analysis allows you to see the full attack chain from reconnaissance to exfiltration.

Session hijacking (token theft)

Scenario: A user authenticates via Cloudflare Access, but their subsequent HTTP_request traffic looks like a bot.

Step 1: Identify high-risk sessions in http_requests.

Step 2: Copy the RayID and search access_requests to see which user account is associated with that suspicious bot activity.

Post-phishing C2 beaconing

Scenario: An employee clicked a link in a phishing email which resulted in compromising their workstation. This workstation sends a DNS query for a known malicious domain, then immediately triggers an IDS alert.

Step 1: Find phishing attacks by examining email_security_alerts for violations. 

Step 2: Use Access logs to correlate the user’s email (To) to their IP Address.

Step 3: Find internal IPs querying a specific malicious domain in gateway_dns logs.

Lateral movement (Access → network probing)

Scenario: A user logs in via Zero Trust and then tries to scan the internal network.

Step 1: Find successful logins from unexpected locations in access_requests.

Step 2: Check if that IPAddress is triggering network-level signatures in magic_ids_detections.

Opening doors for more data 

From the beginning, Log Explorer was designed with extensibility in mind. Every dataset schema is defined using JSON Schema, a widely-adopted standard for describing the structure and types of JSON data. This design decision has enabled us to easily expand beyond HTTP Requests and Firewall Events to the full breadth of Cloudflare's telemetry. The same schema-driven approach that powered our initial datasets scaled naturally to accommodate Zero Trust logs, network analytics, email security alerts, and everything in between.

More importantly, this standardization opens the door to ingesting data beyond Cloudflare's native telemetry. Because our ingestion pipeline is schema-driven rather than hard-coded, we're positioned to accept any structured data that can be expressed in JSON format. For security teams managing hybrid environments, this means Log Explorer could eventually serve as a single pane of glass, correlating Cloudflare's edge telemetry with logs from third-party sources, all queryable through the same SQL interface. While today's release focuses on completing coverage of Cloudflare's product portfolio, the architectural groundwork is laid for a future where customers can bring their own data sources with custom schemas.

Faster data, faster response: architectural upgrades

To investigate a multi-vector attack effectively, timing is everything. A delay of even a few minutes in the log availability can be the difference between proactive defense and reactive damage control.

That is why we have optimized our ingestion for better speed and resilience. By increasing concurrency in one part of our ingestion path, we have eliminated bottlenecks that could cause “noisy neighbor” issues, ensuring that one client’s data surge doesn’t slow down another’s visibility. This architectural work has reduced our P99 ingestion latency by approximately 55%, and our P50 by 25%, cutting the time it takes for an event at the edge to become available for your SQL queries.

Grafana chart displaying the drop in ingest latency after architectural upgrades

Follow along for more updates

We're just getting started. We're actively working on even more powerful features to further enhance your experience with Log Explorer, including the ability to run these detection queries on a custom defined schedule. 

Design mockup of upcoming Log Explorer Scheduled Queries feature

Subscribe to the blog and keep an eye out for more Log Explorer updates soon in our Change Log

Get access to Log Explorer

To get access to Log Explorer, you can purchase self-serve directly from the dash or for contract customers, reach out for a consultation or contact your account manager. Additionally, you can read more in our Developer Documentation.

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  • AI in the SOC: Why Complete Autonomy Is the Wrong Goal SecurityExpert
    Dan Petrillo, VP of Product at BlueVoyant    As artificial intelligence (AI) becomes more deeply embedded in security operations, a divide has emerged in how its role is defined. Some argue the security operations centre (SOC) should be fully autonomous, with AI replacing human analysts. Others believe that augmentation is the right path, using AI to support and extend existing teams.    Augmentation probably reflects how SOCs operate in practice. It helps analysts triage alerts, investigate inc
     

AI in the SOC: Why Complete Autonomy Is the Wrong Goal

20 de Fevereiro de 2026, 04:30

Dan Petrillo, VP of Product at BlueVoyant 

 

As artificial intelligence (AI) becomes more deeply embedded in security operations, a divide has emerged in how its role is defined. Some argue the security operations centre (SOC) should be fully autonomous, with AI replacing human analysts. Others believe that augmentation is the right path, using AI to support and extend existing teams. 

 

Augmentation probably reflects how SOCs operate in practice. It helps analysts triage alerts, investigate incidents faster, and it brings better context into their work, while still ensuring humans are accountable for decisions.  

 

Complete autonomy assumes a level of reliable, end-to-end decision-making that can operate without continuous human oversight. That’s a high bar. In real SOC environments, the technology, data quality, and operational constraints rarely support that assumption. Detection pipelines are noisy, context is fragmented across tools, and threat signals often require human judgment to interpret correctly. Even the most advanced automation struggles with edge cases, ambiguous alerts, and the dynamic nature of attacker behaviour. 

 

Why an Autonomous SOC Falls Short 

Delving deeper and examining why AI cannot fully replace SOC analysts; in short, it comes down to the oversimplification of the complexities inherent in what security operations involve. Investigation is only one part of a functioning SOC. Organisations also depend on experienced practitioners to interpret ambiguous signals, manage escalation, and communicate risk to senior leadership. When incidents become business issues, that same expertise is required to apply judgement, coordinate stakeholders, and produce reporting that stands up to scrutiny. 

 

When something goes wrong, such as a logging failure, a broken parser following a third-party firewall update, or months of missing telemetry, automated systems cannot resolve the issue alone. Human expertise is needed to understand context, reconstruct events, and guide remediation. 

 

Governance is another constraint. The cost of false negatives remains unacceptably high, and security leaders are unlikely to deploy solutions that act without clear oversight. Even where AI can execute parts of a workflow, organisations still require process controls, quality checks, and human validation for complex or unfamiliar scenarios. A fully autonomous model cannot reliably make the right judgement call in every situation, particularly when decisions carry real business impact. 

 

Accuracy risks also remain. AI systems can make mistakes, draw incorrect conclusions, or miss important signals if left unchecked. Human oversight therefore remains essential to spot errors early and prevent them from turning into operational problems. 

 

Ultimately, fully autonomous SOC models ask organisations to trade human judgement and accountability for AI that is still maturing. That trade-off is impractical in an environment where consequences are measured in real-world disruption. 

 

Why AI in the SOC Is Still Essential 

However, none of the above suggests that AI does not have a place in the SOC. When implemented with purpose it delivers measurable improvements in the areas where teams are under the most pressure. 

 

AI can take on repetitive, high-volume tasks such as alert triage and enrichment, allowing analysts to focus on more complex investigations, decision-making, and response. Deployed effectively, AI in the SOC is essential to reclaiming human time from low value activity, enabling teams to apply expertise where it has the greatest operational payoff. 

 

Some of the most significant benefits of integrating AI agents into human-led SOC teams include: 

  • Workload reduction: AI can handle repetitive, high-volume tasks such as alert triage, dynamic enrichment, and report generation, reducing analyst fatigue and operational backlog. 
  • Process consistency: AI helps standardise workflows across varying skill levels, smoothing differences in tool syntax and operating procedures so teams perform more consistently. 
  •  Improved alert quality: By incorporating external threat intelligence, control telemetry, and asset context, AI can reduce false positives and support more accurate prioritisation. 
  • Faster decision-making: Attack timelines, path mapping, and context-rich summaries enable analysts to assess scope, impact, and containment options more quickly. 
  • Knowledge retention: AI working alongside human analysts captures operational insights over time, mitigating the impact of staff churn and preserving institutional knowledge. It can also identify patterns that may be missed by individuals and recommend rules or remediations accordingly. 
  • Always on: AI doesn’t need breaks, get tired, fall ill, take holidays, or turn up late. It becomes a consistently reliable coworker for stretched teams working under pressure. 

 

Where Augmentation Delivers the Most Value 

AI delivers the greatest value when applied to SOC activities that are slow, manual, or prone to inconsistency, while keeping humans accountable for decisions and execution. 

 

Augmentation should be introduced first in areas where AI can speed up analysis, surface insight, and support judgement, without removing human oversight. Below are a few areas where you might consider using AI to augment your team:

  • Alert triage: False-positive reduction, dynamic enrichment, and contextual prioritisation using threat intelligence, asset criticality, and exposure data. 
  • Augmented investigations: Natural language querying, attack path and timeline visualisation, and suggested queries that speed root-cause analysis. 
  • Incident and case summarisation: Automated executive- and GRC-ready reporting that consolidates findings with clear, decision-ready context. 
  • Hypothesis generation: Continuous pattern and behaviour analysis to surface new detections, investigative approaches, and remediation opportunities for human approval. 
  • Operational oversight: AI that learns expected procedures and flags process deviations, bottlenecks, or underperformance for leadership attention. 
  • Response recommendations: Context-aware guidance and playbook generation, with optional integration-driven execution remaining under human control. 

 

What This Means for Security Teams 

Security teams manage millions of investigations every year, even after automating many routine cases. While automation can streamline these routine tasks, full autonomy remains unrealistic. The most critical stages of an investigation still rely on human judgement, context and accountability.  

 

AI will continue to enhance the speed, scale and consistency of security operations, but the SOC of the future will remain human led, with AI augmenting, not replacing, analysts. Organisations that adopt AI in targeted, outcome driven ways will scale more effectively, reduce risk and preserve institutional knowledge. As threats evolve, AI augmented SOC teams will not only keep pace but stay ahead of adversaries.

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  • Atualização do Kaspersky SIEM 4.2: o que há de novo? | Blog oficial da Kaspersky rafaeromer
    Um número significativo dos incidentes modernos tem início com o comprometimento de contas. Como os agentes de acesso inicial se tornaram uma indústria criminosa plenamente estabelecida, ficou muito mais fácil para invasores organizarem ataques à infraestrutura das empresas simplesmente comprando conjuntos de logins e senhas de funcionários. A ampla adoção de diferentes métodos de acesso remoto tornou essa tarefa ainda mais simples. Ao mesmo tempo, as fases iniciais desses ataques se assemelham
     

Atualização do Kaspersky SIEM 4.2: o que há de novo? | Blog oficial da Kaspersky

12 de Fevereiro de 2026, 09:30

Um número significativo dos incidentes modernos tem início com o comprometimento de contas. Como os agentes de acesso inicial se tornaram uma indústria criminosa plenamente estabelecida, ficou muito mais fácil para invasores organizarem ataques à infraestrutura das empresas simplesmente comprando conjuntos de logins e senhas de funcionários. A ampla adoção de diferentes métodos de acesso remoto tornou essa tarefa ainda mais simples. Ao mesmo tempo, as fases iniciais desses ataques se assemelham com frequência a ações perfeitamente legítimas de colaboradores e permanecem indetectáveis pelos mecanismos tradicionais de segurança por longos períodos.

Confiar apenas nas medidas de proteção da conta e nas políticas de senha não é uma opção. Sempre existe a possibilidade de que invasores obtenham credenciais de funcionários por meio de ataques de phishing, malware do tipo infostealer ou, simplesmente, pela falta de cuidado de usuários que reutilizam a mesma senha em contas profissionais e pessoais e não dão muita atenção a vazamentos ocorridos em serviços de terceiros.

Assim, a detecção de ataques à infraestrutura de uma empresa exige ferramentas que identifiquem não apenas assinaturas isoladas de ameaças, mas também mecanismos de análise comportamental que reconheçam desvios do comportamento normal de usuários e processos do sistema.

Uso de IA no SIEM para detectar comprometimento de contas

Como mencionamos na postagem anterior, para detectar ataques envolvendo comprometimento de contas, o SIEM da Kaspersky Unified Monitoring and Analysis Platform foi equipado com regras UEBA para identificar anomalias em autenticação, atividades de rede e execução de processos em estações de trabalho e servidores Windows. Na atualização mais recente, seguimos desenvolvendo o sistema nessa mesma direção, incorporando abordagens baseadas em IA.

O sistema cria um modelo do comportamento normal dos usuários durante a autenticação e passa a monitorar desvios em relação aos cenários habituais, como horários de login atípicos, cadeias de eventos incomuns e tentativas de acesso anômalas. Essa abordagem permite que SIEM identifique tanto tentativas de autenticação com credenciais roubadas quanto o uso de contas já comprometidas, inclusive em cenários complexos que antes poderiam passar despercebidos.

Em vez de buscar indicadores isolados, o sistema analisa desvios em relação a padrões normais. Isso possibilita a detecção mais precoce de ataques complexos, reduz o número de falsos positivos e diminui significativamente a carga operacional das equipes de SOC.

Anteriormente, ao utilizar regras UEBA para detectar anomalias, era necessário criar diversas regras responsáveis por executar etapas preliminares e gerar listas adicionais nas quais os dados intermediários eram armazenados. Agora, na nova versão do SIEM, com um correlacionador atualizado, é possível detectar o sequestro de contas por meio de uma única regra especializada.

Outras atualizações na Kaspersky Unified Monitoring and Analysis Platform

Quanto mais complexa é a infraestrutura e maior o volume de eventos, mais críticos se tornam os requisitos de desempenho da plataforma, a flexibilidade no gerenciamento de acessos e a facilidade de operação no dia a dia. Um sistema SIEM moderno deve não apenas detectar ameaças com precisão, mas também permanecer resiliente, sem precisar de atualizações constantes de hardware ou de reestruturação de processos. Por isso, na versão 4.2, demos mais um passo para tornar a plataforma mais prática e adaptável. As atualizações impactam a arquitetura, os mecanismos de detecção e a experiência do usuário.

Inclusão de funções flexíveis e controle de acesso granular

Uma das principais inovações da nova versão do SIEM é o modelo flexível de funções. Agora, os clientes podem criar funções personalizadas para diferentes usuários do sistema, duplicar funções existentes e configurar conjuntos específicos de permissões de acordo com as atividades de cada especialista. Isso permite uma diferenciação mais precisa de responsabilidades entre analistas de SOC, administradores e gestores, reduz o risco de concessão excessiva de privilégios e reflete de forma mais fiel os processos internos da empresa nas configurações do SIEM.

Novo correlacionador e, como resultado, maior estabilidade da plataforma

Na versão 4.2, introduzimos uma versão beta de um novo mecanismo de correlação (2.0). Ela processa eventos com maior velocidade e exige menos recursos de hardware. Para os clientes, isso se traduz em:

  • operação estável mesmo sob cargas elevadas;
  • capacidade de processar grandes volumes de dados sem a necessidade de expansão imediata da infraestrutura;
  • desempenho mais previsível.

Cobertura de TTPs de acordo com a matriz MITRE ATT&CK

Também seguimos ampliando sistematicamente a cobertura da matriz de técnicas, táticas e procedimentos MITRE ATT&CK: atualmente, o Kaspersky SIEM cobre mais de 60% de toda a matriz. As regras de detecção são atualizadas regularmente e acompanhadas de recomendações de resposta. Isso ajuda os clientes a entenderem quais cenários de ataque já estão sob controle e a planejarem a evolução das suas defesas com base em um modelo amplamente aceito pelo setor.

Outras melhorias

A versão 4.2 também introduz a possibilidade de realizar backup e restauração de eventos, além da exportação de dados para arquivos seguros com controle de integridade, algo especialmente importante para investigações, auditorias e conformidade regulatória. Consultas em segundo plano foram implementadas para facilitar o trabalho dos analistas. Agora, pesquisas complexas e que consomem muitos recursos podem ser executadas em segundo plano sem impactar tarefas prioritárias. Isso acelera a análise de grandes volumes de dados.

Continuamos atualizando regularmente o Kaspersky SIEM, expandindo suas capacidades de detecção, aprimorando a arquitetura e incorporando funcionalidades de IA para que a plataforma atenda cada vez melhor às condições reais enfrentadas pelas equipes de segurança da informação. O objetivo é não apenas responder a incidentes, mas também ajudar a construir um modelo de proteção sustentável para o futuro. Acompanhe as atualizações sobre o sistema SIEM, a Kaspersky Unified Monitoring and Analysis Platform, na página oficial do produto.

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