Self-Spreading TCLBANKER Trojan Hijacks WhatsApp to Drain Accounts
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Romanian national Gavril Sandu, 53, has been extradited to the United States for his role in a hacking scheme that took place 17 years ago.
“On November 14, 2017, a federal grand jury in Charlotte returned a criminal indictment charging Gavril Sandu, 53, with one count of conspiracy to commit bank fraud and one count of bank fraud. Sandu was arrested in Romania on January 9, 2026. He was extradited to the United States on April 30, 2026.” reads the press release published by DoJ.
The move closes a long-running cybercrime investigation revealed by the Justice Department.
The man appeared in a U.S. court after being extradited from Romania to face charges of bank fraud and conspiracy for his role in an international vishing scheme. Indicted in 2017, Sandu was arrested in Romania on January 9, 2026, and transferred to U.S. custody on April 30, 2026.
According to prosecutors, between May 2009 and October 2010, Sandu and co-conspirators hacked into small businesses’ VoIP systems, using them to make spoofed phone calls that impersonated banks and tricked victims into revealing debit card and PIN numbers. The stolen credentials were used to access accounts and steal funds.
“Greed crosses borders, but so does our relentless pursuit of justice,” said U.S. Attorney Russ Ferguson, emphasizing that international cyberscammers will face prosecution no matter where they operate.
The case underscores how global cooperation and timely extraditions remain vital to combating cyber-enabled financial fraud.
Investigators allege that Sandu collected these stolen credentials, used them to forge magnetic stripe cards, and acted as a money mule, withdrawing cash from compromised ATMs and bank accounts. He then split the proceeds with his co‑conspirators.
Following his extradition from Romania, Sandu was placed in federal custody awaiting trial. If convicted, he faces up to 30 years in prison.
“Scams originating outside of our country are out of control. Wherever scammers operate – here or abroad – we will use every tool available to bring them to justice.” concludes U.S. Attorney Ferguson.
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(SecurityAffairs – hacking, Gavril Sandu)

Todos os anos, golpistas inventam novas maneiras de enganar as pessoas, e 2025 não foi exceção. No ano passado, nosso sistema antiphishing bloqueou mais de 554 milhões de acessos a links de phishing, e nosso Antivírus de E-mail bloqueou quase 145 milhões de anexos maliciosos. Para completar, quase 45% de todos os e-mails no mundo acabaram sendo spam. Detalhamos abaixo os esquemas de phishing e spam mais impressionantes do ano passado. Caso queira se aprofundar no assunto, leia o relatório completo Spam e Phishing em 2025 no Securelist.
Os amantes de música e os cinéfilos foram os principais alvos de golpistas em 2025. Pessoas mal-intencionadas criaram sites para a venda de ingressos falsos, além de versões falsificadas de serviços de streaming populares.
Nesses sites falsos, os usuários recebiam ingressos “gratuitos” para grandes shows. A pegadinha? Eles só tinham que pagar uma pequena “taxa de processamento” ou o “custo de envio”. Naturalmente, o que aconteceu foi que o dinheiro ganho com esforço dos usuários foi direto para o bolso dos golpistas.
Ingressos gratuitos para ver a Lady Gaga? É furada!
No caso dos serviços de streaming, ocorreu o seguinte: os usuários receberam uma oferta tentadora para migrar suas listas de reprodução do Spotify para o YouTube inserindo suas credenciais do Spotify. Em outra ocasião, eles foram convidados a votar no seu artista favorito em uma enquete (uma oportunidade que a maioria dos fãs acha difícil deixar passar). Para adicionar uma camada de legitimidade, os golpistas citaram nomes como Google e Spotify. O formulário de phishing tinha como alvo várias plataformas ao mesmo tempo (Facebook, Instagram ou e-mails), e exigia que os usuários inserissem as credenciais das suas contas para votar.
Esta página de phishing que imita uma configuração de login múltiplo parece terrível; nenhum designer que se preze amontoaria tantos ícones diferentes em um único botão
No Brasil, os golpistas foram mais ousados: eles ofereceram aos usuários a chance de ganhar dinheiro apenas ouvindo e classificando músicas em um suposto serviço de um parceiro do Spotify. Durante o registro, os usuários tinham que fornecer o número do Pix (o sistema brasileiro de pagamento instantâneo) e, em seguida, fazer um “pagamento de verificação” único de R$ 19,90 (cerca de US$ 4) para “confirmar sua identidade”. Essa taxa representava, obviamente, uma fração dos “ganhos potenciais” prometidos. O formulário de pagamento parecia muito autêntico e solicitava dados pessoais adicionais, que provavelmente seriam coletados para ataques futuros.
Esse golpe se apresentou como um serviço cujo objetivo era aumentar as classificações e reproduções de músicas no Spotify, mas para começar a “ganhar”, primeiro era necessário pagar
O golpe do “namoro cultural” demonstrou muita criatividade. Depois do “match” e de algumas conversas breves em aplicativos de namoro, um novo “interesse amoroso” convidava a vítima para assistir a uma peça de teatro ou a um filme e enviava um link para comprar ingressos. Uma vez que o “pagamento” fosse concluído, o aplicativo de namoro e o site de venda de ingressos simplesmente desapareciam. Uma tática semelhante foi usada para vender ingressos para salas de fuga (escape rooms) imersivas, que ficaram muito populares recentemente; o design das páginas imitava sites reais para enganar os usuários.
Golpistas clonaram o site de um conhecido serviço de venda de ingressos da Rússia
O roubo de contas do Telegram e do WhatsApp se tornou uma das ameaças mais difundidas do ano. Os golpistas dominaram a arte de mascarar o phishing como atividades padrão do aplicativo de bate-papo e expandiram seu alcance geográfico de forma significativa.
No Telegram, as assinaturas Premium gratuitas foram a isca principal. Essas páginas de phishing só estavam disponíveis em russo e inglês, mas houve uma grande expansão para outros idiomas em 2025. As vítimas recebiam uma mensagem (geralmente da conta invadida de um amigo) oferecendo um “presente”. Para ativá-lo, o usuário precisava fazer login na sua conta do Telegram no site do invasor, o que levava imediatamente a outra conta invadida.
Outro golpe comum envolvia ofertas feitas por celebridades. Um ataque específico, disfarçado como uma oferta de NFTs, destacou-se porque operou por meio de um Telegram Mini App. Para o usuário comum, detectar um Mini App malicioso é muito mais difícil do que identificar uma URL externa suspeita.
Os golpistas lançaram uma isca de phishing com uma oferta de NFT falsa de Khabib Nurmagomedov em russo e inglês simultaneamente. No entanto, no texto em russo, eles esqueceram de remover uma pergunta da IA que gerou o texto: “Você precisa de opções mais ousadas, formais ou bem-humoradas?”, o que mostra que o trabalho foi feito às pressas e não foi revisado
Por fim, o golpe clássico vote no meu amigo utilizando aplicativos de mensagens evoluiu em 2025. Ele solicitava que as pessoas votassem no “melhor dentista da cidade” ou no “principal líder operacional”, mas, infelizmente, isso era apenas uma isca para a invasão de contas.
Outro método inteligente para sequestrar contas do WhatsApp foi descoberto na China, em que as páginas de phishing eram uma imitação perfeita da interface real do WhatsApp. As vítimas foram informadas de que, devido a alguma suposta “atividade ilegal”, elas precisavam passar por uma “verificação adicional”, o que resultou no roubo das suas contas, como você já deve ter adivinhado.
As vítimas foram redirecionadas para um formulário em que tinham que informar seu número de telefone, e, em seguida, inserir um código de autorização
O phishing que imita mensagens e portais do governo é um “clássico do gênero”, mas em 2025, os golpistas adicionaram alguns elementos novos.
Na Rússia, os ataques de vishing contra usuários de serviços governamentais ganharam força. As vítimas receberam e-mails alegando que um login não autorizado havia sido feito nas suas contas, e por isso deveriam ligar para um número específico e fazer uma “verificação de segurança”. Para parecer legítimo, os e-mails continham informações técnicas falsas: endereços IP, modelo dos dispositivos e a data e hora do suposto login. Os golpistas também enviaram notificações falsas de aprovação de empréstimos: caso o destinatário não tivesse solicitado um empréstimo (e não tinha), ele deveria ligar para uma equipe de suporte falsa. Uma vez que a vítima em pânico falasse com um “operador”, a engenharia social se encarregava do resto do trabalho.
No Brasil, invasores criaram portais governamentais falsos com o objetivo de coletar números de contribuintes (CPF). Como esse número é a identificação principal para acessar serviços estaduais, bancos de dados nacionais e documentos pessoais, um CPF sequestrado viabiliza o roubo de identidade.
Este portal fraudulento do governo brasileiro surpreende pela alta qualidade
Na Noruega, os golpistas visavam pessoas que desejavam renovar a carteira de motorista. Um site que imita a Administração de Estradas Públicas da Noruega coletou uma quantidade enorme de dados pessoais: desde números de placas, nomes completos, endereços e números de telefone até os números de identificação pessoal exclusivos atribuídos aos residentes. A cereja do bolo foi solicitar que os motoristas pagassem uma “taxa de substituição de licença” de 1.200 NOK (mais de US$ 125). Os golpistas colocaram as mãos em dados pessoais, informações de cartões de crédito e dinheiro. Um verdadeiro golpe triplo!
De um modo geral, motoristas são um alvo atraente: está claro que eles têm dinheiro e um carro, e temem perdê-lo. Golpistas sediados no Reino Unido tiraram vantagem desse fato ao solicitar que motoristas pagassem com urgência um imposto em atraso relativo ao veículo deles para evitar alguma “ação de execução” não especificada. Esta mensagem urgente de “aja agora!” é uma estratégia clássica de phishing para que a vítima não perceba que uma URL é suspeita ou que sua formatação é mal feita.
Golpistas pressionaram os britânicos a pagar impostos supostamente atrasados sobre veículos “com urgência” para evitar que algo ruim acontecesse.
Em 2025, observamos um aumento nos ataques de phishing envolvendo verificações de Conheça seu cliente (KYC). Para reforçar a segurança, muitos serviços agora verificam os usuários por meio de biometria e documentos oficiais com foto. Os golpistas aprenderam a coletar esses dados ao falsificar as páginas de serviços populares que implementam essas verificações.
Nesta página fraudulenta do Vivid Money, os golpistas realizaram a coleta sistemática de informações incrivelmente detalhadas sobre as vítimas
O que diferencia esses ataques é que, além das informações pessoais padrão, há a exigência de fotos de documentos de identidade ou do rosto da vítima, às vezes de vários ângulos. Esse tipo de perfil completo pode ser vendido em marketplaces da dark Web ou usado para fins de roubo de identidade. Falamos mais sobre esse processo na nossa postagem O que acontece com os dados roubados por meio de phishing?
Naturalmente, os fraudadores não iriam deixar de aproveitar a disseminação da inteligência artificial. O ChatGPT tornou-se uma grande isca: fraudadores criaram páginas falsas de checkout de assinatura do ChatGPT Plus e ofereceram “prompts exclusivos” com a garantia de que o usuário iria viralizar nas mídias sociais.
Este é um clone quase perfeito em pixels da página de checkout original da OpenAI
O golpe “ganhar dinheiro com IA” foi particularmente cínico. Os golpistas ofereciam renda passiva advinda de apostas supostamente feitas pelo ChatGPT: o bot faria todo o trabalho difícil enquanto o usuário apenas observaria o dinheiro cair na conta. Parece um sonho, certo? Mas para “agarrar” esta oportunidade, era necessário agir rápido. O preço especial para perder dinheiro era válido por apenas 15 minutos a partir do momento em que a página era acessada, fazendo com que as vítimas não tivessem tempo para pensar duas vezes.
Você tem exatamente 15 minutos para perder € 14,99! Depois disso, você perde € 39,99
Em geral, os golpistas estão adotando a IA de forma agressiva. Eles estão aproveitando deepfakes, automatizando o design de sites de alta qualidade e gerando uma cópia refinada para o envio massivo de e-mails. Até mesmo chamadas ao vivo com as vítimas estão se tornando componentes de golpes mais complexos. Esse fato foi detalhado na nossa postagem Como phishers e golpistas usam a IA.
Quem está em busca de trabalho é o principal alvo de pessoas mal-intencionadas. Ao divulgar vagas remotas com altos salários em grandes empresas, os phishers coletavam os dados pessoais dos candidatos e às vezes até solicitavam o pagamento de pequenas “taxas de processamento de documentos” ou “comissões”.
“Ganhe US$ 1.000 no primeiro dia” neste trabalho remoto na Amazon. Até parece!
Em configurações mais sofisticadas, os sites de phishing de “agências de emprego” solicitavam o número de telefone vinculado à conta do Telegram do usuário durante o registro. Para concluir a “inscrição”, a vítima precisava inserir um “código de confirmação”, que na verdade era um código de autorização do Telegram. Depois de inseri-lo, o site solicitava mais informações relativas ao perfil do usuário, o que claramente era apenas uma distração para impedir que ele percebesse a nova notificação de login no seu telefone. Para “verificar o usuário”, a vítima era instruída a esperar 24 horas, dando aos golpistas, que já tinham meio caminho andado, tempo suficiente para sequestrar a conta do Telegram para sempre.
Como de costume, os golpistas foram rápidos em se inteirar de todas as manchetes que relatavam tendências em 2025, lançando campanhas de e-mail a uma velocidade vertiginosa.
Por exemplo, após o lançamento das moedas de meme $ TRUMP pelo presidente dos EUA, houve uma explosão de golpes prometendo NFTs gratuitas da “Trump Meme Coin” e dos “Trump Digital Trading Cards”. Nós já explicamos em detalhes exatamente como as moedas de meme funcionam e como (não) perder dinheiro com elas.
No segundo em que o iPhone 17 Pro chegou ao mercado, ele se tornou o prêmio oferecido em inúmeras pesquisas falsas. Depois de “ganhar”, os usuários só precisavam fornecer suas informações de contato e pagar pelo envio. Depois que esses dados bancários eram inseridos, o “vencedor” corria o risco de perder não apenas o valor do envio, mas cada centavo da sua conta.
Aproveitando a onda do Ozempic, os golpistas inundaram as caixas de entrada das pessoas com ofertas de versões falsificadas do medicamento ou de “alternativas” suspeitas das quais os farmacêuticos reais nunca tinham ouvido falar.
E durante a turnê mundial da banda de K-pop BLACKPINK, os spammers fizeram publicidade das “malas scooters iguais às que a banda usa”.
Até o casamento de Jeff Bezos no verão de 2025 foi utilizado na aplicação de golpes “nigerianos” por e-mail. Os usuários receberam supostas mensagens do próprio Bezos ou da sua ex-esposa, MacKenzie Scott. Os e-mails prometiam grandes somas de dinheiro em nome de instituições de caridade ou como “compensação” da Amazon.
Como você pode ver, os golpistas não têm limites quando se trata de inventar novas maneiras de roubar o seu dinheiro e dados pessoais, ou até mesmo toda a sua identidade. Estes são apenas alguns dos exemplos mais loucos de 2025. Você pode ler uma análise completa do cenário de ameaças de phishing e spam na Securelist. Enquanto isso, aqui estão algumas dicas para evitar que você se torne uma vítima. Compartilhe-as com seus amigos e familiares, especialmente crianças, adolescentes e idosos, pois esses grupos costumam ser os principais alvos dos golpistas.




They can intercept user credentials while providing real-time context that helps attackers convince victims to approve MFA challenges during phone calls..
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A Cyberint, empresa adquirida pela Check Point Software em agosto de 2024, detectou um aumento nas campanhas de phishing que utilizam técnicas de smishing (mensagens SMS maliciosas) e vishing (chamadas ou mensagens de voz fraudulentas) como vetores alternativos aos ataques por e-mail.
Segundo dados do relatório do Anti-Phishing Working Group – APWG 2024, as campanhas de vishing cresceram 442% no segundo trimestre do ano passado, e o smishing segue em expansão desde o começo da década. Ambos os tipos de ameaça exploram a confiança que os usuários depositam em seus dispositivos móveis, difíceis de proteger com ferramentas tradicionais de cibersegurança.

Por meio de chamadas que simulam ser de departamentos de suporte ou mensagens SMS que se passam por bancos, fornecedores ou executivos, os atacantes conseguem enganar as vítimas para obter credenciais ou instalar malware, e essas técnicas dificultam a detecção.
Principais alvos do smishing e do vishing
Os setores mais visados no mundo incluem SaaS/Webmail, redes sociais, finanças e varejo, segundo o mesmo relatório de phishing do AWPG. Dentro desse conjunto, o setor financeiro se destaca pelo valor dos dados que gerencia: obter acesso a contas bancárias representa um objetivo especialmente lucrativo para os criminosos.
Isso se comprova no Brasil, onde os principais golpes digitais apontados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) entre setembro de 2024 e março de 2025, indicam o smishing em quinto lugar e crescendo:
. Clonagem ou troca de cartão (40%)
. Golpe do WhatsApp, em que alguém se faz passar por um conhecido solicitando dinheiro (28%)
. Falsa central de atendimento (26%)
. Golpe do Pix (16%)
. Golpe via SMS (11%)

Por sua vez, o varejo tornou-se um alvo prioritário devido ao crescimento do comércio eletrônico e à quantidade de informações pessoais que os clientes compartilham com as marcas. Essa realidade facilita campanhas de falsificação de identidade, nas quais os cibercriminosos se fazem passar por lojas legítimas. Além disso, geralmente reforçam a credibilidade desses ataques usando contas falsas em redes sociais ou plataformas de e-mail, aumentando assim a eficácia do golpe.
Os Estados Unidos continuam sendo o país mais visado por campanhas de smishing e vishing, seguidos de outras economias desenvolvidas. Embora as técnicas estejam em constante evolução, os alvos geográficos permanecem relativamente estáveis. Entre os incidentes mais relevantes, destaca-se o uso de vishing pelo grupo Scattered Spider, que conseguiu acessar redes corporativas no Reino Unido e nos Estados Unidos ao se passar por funcionários em chamadas para serviços de suporte. Em alguns casos, também recorreram ao SIM swapping, reforçando a identidade falsa com a ajuda de colaboradores internos em empresas de telecomunicações.
IA e mensageria em massa: dois facilitadores da fraude
O surgimento de ferramentas como o Xanthorox AI, uma plataforma de ciberataques baseada em inteligência artificial construída do zero, permitiu que os criminosos cibernéticos automatizassem e ampliassem campanhas de engenharia social. Paralelamente, serviços de mensageria como Textedly ou ClickSend, embora legais, podem ser utilizados com fins maliciosos para enviar mensagens SMS ou chamadas em massa a custos muito baixos.
A Check Point Software destaca que as estratégias de proteção devem se concentrar em detectar e bloquear o smishing e o vishing o mais cedo possível, com práticas como:
Para os especialistas da Check Point Software, a sofisticação e escalabilidade que a IA e os serviços de mensageria em massa proporcionam fazem com que o smishing e o vishing representem uma ameaça real para empresas e consumidores. A chave para conter essas campanhas está em se antecipar a elas por meio de tecnologia, vigilância contínua e treinamento constante.
Sobre a Check Point Software Technologies Ltd.
A Check Point Software Technologies Ltd é líder na proteção da confiança digital (digital trust), utilizando soluções de segurança cibernética com tecnologia de IA para proteger mais de 100.000 organizações em todo o mundo. Por meio de sua Plataforma Infinity e de um ecossistema aberto, a abordagem de prevenção em primeiro lugar da Check Point Software oferece eficácia de segurança líder do setor, reduzindo riscos. Empregando uma arquitetura de rede de malha (mesh) híbrida com SASE como núcleo, a Plataforma Infinity unifica o gerenciamento de ambientes locais, na nuvem e em ambientes de trabalho, oferecendo flexibilidade, simplicidade e escala para empresas e provedores de serviços.
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