This $30 Tool Helps You Spot Scams Before You Click
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Seu telefone toca, você atende e diz “alô”. Do outro lado: silêncio total. Ninguém responde e a chamada é encerrada abruptamente. Se você ainda não usa [placeholder WhoCalls]bloqueadores de chamadas de spam[/placeholder], é quase certo que já tenha se deparado com essa situação.
Na maioria dos casos, trata-se de chamadas de golpistas. Hoje, explicamos por que essas chamadas acontecem, o que os autores da chamada querem de você e como se proteger. O mais importante é que vamos analisar se você realmente precisa se preocupar em se proteger contra esse tipo de ligação.
Não são apenas golpistas do outro lado da linha: robôs, operadores legítimos de centrais de atendimento e pessoas comuns também fazem essas ligações. Vamos analisar cada tipo de ligação, do cenário menos preocupante ao mais arriscado para a sua segurança.
O cenário mais inofensivo é quando uma pessoa de fato ligou para você, mas o microfone dela está com algum problema. Talvez ela tenha silenciado a chamada por acidente com o ouvido ou o smartphone dela está conectado a um fone de ouvido Bluetooth, alto-falante ou sistema do carro que não está capturando sua voz. Falhas da operadora também podem silenciar o autor da chamada. A pessoa que faz a ligação pode nem perceber que há um problema; até onde ela sabe, ela está falando, mas ninguém pode ouvi-la. Nesses casos, você geralmente reconhece o número de telefone de quem liga.
Se a chamada for feita por um número desconhecido, ainda não há necessidade de entrar em pânico, embora a lista de pessoas que podem estar ligando fique muito maior.
Outra possibilidade legítima é um operador de uma central de atendimento que simplesmente não conseguiu colocar ou conectar o headset a tempo. Os sistemas das centrais de atendimento são projetados para discar números mais rápido do que os operadores conseguem se preparar. O sistema tentou encaminhar a chamada para um humano, mas nenhum operador estava disponível. É por isso que às vezes leva alguns segundos antes de você ouvir uma única palavra, podendo até mesmo ouvir tons de discagem como se fosse você quem estivesse fazendo a chamada.
Silêncio na linha é um sinal comum de chamadas feitas por robôs. Eles testam se um número de telefone está ativo e, se estiver, repassam a chamada para um humano, o que significa que um representante de vendas real (ou um golpista) ligará de volta para você nos próximos dias. Vale a pena notar que os golpistas não são os únicos que fazem chamadas com esse fim. Centrais de atendimento legítimas usam exatamente as mesmas ferramentas para reduzir a carga de trabalho dos seus operadores humanos.
Um agente de IA também pode estar por trás da chamada silenciosa. Para a pessoa que atende, não há diferença prática: a chamada parece idêntica a uma feita por um bot padrão. No entanto, a IA pode fazer mais do que apenas discar números automaticamente: ela pode analisar sua resposta e usar esses dados para decidir se seu número está ativo e se a chamada pode ser encaminhada a um humano para acompanhamento.
Agora vamos analisar a ameaça real. Talvez um dos tipos de chamadas silenciosas mais perigosas e desagradáveis sejam as feitas por um golpista. Uma ligação rápida e silenciosa como essa pode, na verdade, ser o primeiro passo de um golpe longo e elaborado, com histórias envolvendo empréstimos, órgãos do governo, outros golpistas e até autoridades policiais.
Empresas de cobrança também podem fazer esse tipo de ligação e permanecer em silêncio. Seu número pode acabar no radar deles se você, sua família ou alguém próximo tiver dívidas pendentes. Nesses casos, uma chamada silenciosa pode ser usada como uma tática de pressão psicológica.
Uma técnica semelhante é usada em casos de perseguição. Embora as ligações silenciosas, por si só, não causem danos diretos, elas podem ser usadas para gerar ansiedade, criar a sensação de que você está sendo observado o tempo todo e provocar desgaste emocional contínuo.
Quando você atende uma ligação, é provável que diga um rápido “Alô?” ou “Oi.” Isso é tudo o que a outra parte precisa para coletar uma grande quantidade de dados. Embora essas informações fossem difíceis de processar, o desenvolvimento da inteligência artificial tornou a tarefa muito mais fácil. Vejamos o que alguém pode descobrir sobre você ao falar apenas uma palavra:
A resposta da pergunta anterior “por que as pessoas ligam e ficam em silêncio” é coletar dados biométricos. Apenas alguns segundos de áudio gravado podem ajudar os cibercriminosos a criar um deepfake de voz. Embora uma ou duas palavras possam não produzir um clone convincente por si só, os golpistas juntam gravações de várias chamadas silenciosas para criar uma réplica confiável.
Essa tecnologia já está sendo usada em golpes do mundo real. Ao se passar por um parente, colega ou chefe, os golpistas podem solicitar que você envie dinheiro com urgência, compartilhe um código de autenticação de dois fatores para serviços governamentais ou conclua alguma outra solicitação que pareça não ter importância. Quanto mais realista for o deepfake, mais difícil é identificar o golpe, especialmente quando acompanhado de uma história convincente.
Se você atender uma chamada, disser algumas palavras e desligar, não há necessidade de entrar em pânico. No entanto, essa breve interação pode confirmar aos golpistas que seu número está ativo e que você atenderá chamadas de números desconhecidos. Como resultado, seu número de telefone pode acabar em listas de alvos de futuras campanhas de spam ou golpes. Dito isso, é importante lembrar que uma única chamada silenciosa não representa uma ameaça imediata à segurança.
Ainda assim, é muito melhor se essas chamadas silenciosas nunca chegarem até você. É aí que os bloqueadores de chamadas como o WhoCalls podem salvar o dia. Trata-se de um aplicativo inteligente de identificação de chamadas que contém um enorme banco de dados de números conhecidos de fraudes e spam. É assim que funciona: você instala o aplicativo, concede as permissões necessárias e está tudo pronto! Além disso, é possível personalizar suas configurações de filtragem: bloquear chamadas recebidas de aplicativos de mensagens, escolher quais categorias de chamadas indesejadas rejeitar automaticamente e adaptar outras configurações de proteção às suas necessidades.
Veja adiante algumas dicas para ajudar você a manter a calma e evitar cair em golpes caso essas chamadas silenciosas acabem se tornando um problema:
Postagens adicionais sobre golpistas e deepfakes:





As campanhas de phishing tornaram-se significativamente mais sofisticadas e convincentes nos últimos anos. Os endereços dos remetentes agora são quase idênticos aos legítimos. Os e-mails são redigidos de forma impecável e os usuários são chamados pelo nome. Mas o que fazer quando um e-mail suspeito vem de um endereço claramente legítimo?
Recentemente, os phishers passaram a explorar a plataforma Google AppSheet para configurar disparos de e-mail originados de um endereço oficial vinculado ao Google. Após um ataque bem-sucedido, eles acabam obtendo acesso às contas das vítimas e a dados confidenciais.
Neste artigo, explicamos como esse novo esquema de roubo de dados funciona e como se proteger desses ataques de phishing cada vez mais difíceis de identificar.
O AppSheet é um serviço do Google que permite criar aplicativos sem nenhuma experiência em programação. Ele costuma ser utilizado por pequenas empresas para automatizar fluxos de trabalho rotineiros. Infelizmente, é justamente essa simplicidade que torna o AppSheet tão atraente para os cibercriminosos. Hoje em dia, basta investir alguns dólares para montar rapidamente um aplicativo usando comandos e blocos prontos para executar um golpe de phishing.
O roteiro dos ataques de phishing por meio do AppSheet é bastante convencional. A vítima recebe um e-mail supostamente enviado por uma grande empresa, e essas mensagens frequentemente começam chamando o destinatário pelo nome. Tudo indica que os invasores utilizam dados vazados para associar nomes a endereços de e-mail específicos.
Em seguida, eles exploram as emoções da vítima, usando a estratégia da ameaça ou da recompensa. Eles podem provocar pânico com avisos urgentes que exigem ação imediata, como “Sua conta será desativada em breve” ou “Atividade suspeita detectada”. Ou podem atrair a vítima com uma oferta irresistível, como a promessa de um selo de verificação ou um convite para uma entrevista em uma grande empresa de tecnologia. Esses falsos e-mails de recrutamento são projetados para gerar entusiasmo imediato. Eles fazem parecer que a candidatura da pessoa foi priorizada e recebeu uma excelente avaliação, sugerindo que uma proposta de emprego pode chegar já no dia seguinte.
Para a maioria das pessoas, essas mensagens não despertam qualquer suspeita. O e-mail passa diretamente pela pasta de spam e o campo De exibe exatamente o nome da empresa que o destinatário esperaria ver. Infelizmente, nada disso significa que o e-mail seja autêntico: os invasores podem definir qualquer nome de exibição que desejarem. E, convenhamos, poucas pessoas realmente param para verificar cuidadosamente o endereço de e-mail do remetente.
Nas campanhas de phishing baseadas no AppSheet, o remetente é sempre o mesmo: noreply{@}appsheet.com. Mas aqui está o detalhe mais importante: esse endereço é 100% legítimo. Como está diretamente vinculado à infraestrutura do Google, há uma grande chance de que filtros antispam tradicionais permitam a passagem desses e-mails sem qualquer questionamento.
Naturalmente, para garantir aquela entrevista tão desejada ou resolver um problema na conta, a vítima clica no link e acaba entregando voluntariamente toda a sua identidade digital em um site falso: nome completo, endereço, telefone, entre outros dados. A partir daí, os invasores podem vender as informações coletadas na dark web ou utilizá-las em ataques direcionados posteriores. Para piorar, a vítima é redirecionada para uma página falsa de login, permitindo que os invasores roubem suas contas.
Veja de forma detalhada como uma vítima pode receber um e-mail falso do Google Careers e acabar com sua conta totalmente comprometida:
Campanhas semelhantes também são realizadas em nome de outras grandes marcas de tecnologia. Usuários que entregam os dados de suas contas Apple correm o risco não apenas de perder a conta, mas também o controle de todos os seus dispositivos Apple. Os invasores podem pressionar a vítima a sair de seu Apple ID pessoal e entrar em uma suposta “conta corporativa” para fins de verificação, que na verdade é uma conta Apple controlada por eles. No momento em que a vítima faz isso, os criminosos assumem o controle remoto completo do dispositivo utilizado, frequentemente ativando o Modo Perdido para bloquear o acesso e manter o aparelho como refém em troca de um resgate.
Para piorar, os invasores nem sempre incluem um link malicioso no e-mail inicial. Em vez disso, apostam em uma abordagem de longo prazo, envolvendo a vítima em uma conversa ao pedir que responda à mensagem para confirmar seu interesse. Essa técnica cria a ilusão de que a pessoa está interagindo com um recrutador real. E esse tipo de golpe não se limita ao Vale do Silício. Os invasores frequentemente se passam por marcas mundialmente conhecidas, como a Volvo ou a Coca-Cola. É claro que é muito improvável que os invasores queiram acessar uma conta da Coca-Cola, mesmo supondo que o usuário tenha uma. O objetivo mais provável é roubar informações confidenciais ou convencer a vítima a fazer login em uma página de phishing usando suas credenciais do Google, Apple, Facebook etc.
É claro que os “empregos dos sonhos” não são a única isca utilizada. Foram observadas campanhas nas quais o “Suporte do Facebook” informa ao usuário que ele foi considerado elegível para o prestigioso selo Meta Verified, o famoso selo azul normalmente associado a celebridades de destaque e grandes marcas globais. Para obter o cobiçado selo azul, a vítima é direcionada para uma página de phishing onde deve preencher um formulário de identidade antes de entregar o prêmio principal: seu nome de usuário e senha do Facebook. E tudo isso, naturalmente, em nome da segurança!
Esses sites falsos são criados em diversos idiomas e adaptados a usuários de diferentes países. Abaixo está a versão em holandês.
Em outras campanhas, os invasores utilizam o Google AppSheet para explorar o medo e a urgência, alegando que o usuário violou a política de propriedade intelectual do Meta e ameaçando encerrar imediatamente sua conta do Facebook. Para recorrer da decisão, a vítima deve clicar em um link para… um site de phishing, fornecer seus dados pessoais e, claro, informar seu nome de usuário e senha do Facebook.
Infelizmente, os ataques de phishing estão cada vez mais sofisticados, e os invasores exploram regularmente a reputação de serviços e domínios legítimos. Veja como evitar cair nessas armadilhas e proteger seus dados:
Os ataques de phishing estão se tornando cada vez mais sofisticados. Veja também outros temas importantes relacionados a phishing:




For years, Identity and Access Management (IAM) and Privileged Access Management (PAM) have been treated as foundational and a solved security challenge. Organizations deployed vaults, enforced policies, and checked the compliance box for their privileged users. Fast forward to today, and that model no longer holds up. What’s emerging now is not an incremental shift, but a structural one. Identity is no longer centered on […]
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Spammers used OpenAI to generate messages that were unique to each recipient, allowing them to bypass spam-detection filters and blast unwanted messages to more than 80,000 websites in four months, researchers said Wednesday.
The finding, documented in a post published by security firm SentinelOne’s SentinelLabs, underscores the double-edged sword wielded by large language models. The same thing that makes them useful for benign tasks—the breadth of data available to them and their ability to use it to generate content at scale—can often be used in malicious activities just as easily. OpenAI revoked the spammers’ account in February.
The spam blast is the work of AkiraBot—a framework that automates the sending of messages in large quantities to promote shady search optimization services to small- and medium-size websites. AkiraBot used python-based scripts to rotate the domain names advertised in the messages. It also used OpenAI’s chat API tied to the model gpt-4o-mini to generate unique messages customized to each site it spammed, a technique that likely helped it bypass filters that look for and block identical content sent to large numbers of sites. The messages are delivered through contact forms and live chat widgets embedded into the targeted websites.


© Getty Images | Iurii Motov

Whenever a new form of digital communications becomes prevalent, actors inevitably adopt it for spam to try to profit from unsuspecting users. Email has been the perennial choice for spam delivery, but the prevalence of new communications platforms has expanded the spam attack surface considerably.
This report explores AkiraBot, a Python framework that targets small to medium sized business website contact forms and chat widgets. AkiraBot is designed to post AI-generated spam messages tailored to the targeted website’s content that shill the services for a dubious Search Engine Optimization (SEO) network. The use of LLM-generated content likely helps these messages bypass spam filters, as the spam content is different each time a message is generated. The framework also rotates which attacker-controlled domain is supplied in the messages, further complicating spam filtering efforts.
The bot creator has invested significant effort into evading CAPTCHA filters as well as avoiding network detections by relying on a proxy service generally marketed towards advertisers–though the service has had considerable interest and use by cybercriminal actors.
AkiraBot is not related to the ransomware group Akira; this name was chosen due to the bot’s consistent use of domains that use “Akira” as the SEO service brand.
SentinelLABS identified several archives containing scripts related to this framework with file timestamps dating back to September 2024. The oldest archive refers to the bot as Shopbot, likely a reference to its targeting of websites using Shopify. As the tool evolved, the targeting expanded to include websites built using GoDaddy and Wix, as well as generic website contact forms, which includes websites built using Squarespace, and likely other technologies. These technologies are primarily used by small- to medium-sized businesses for their ease in enabling website development with integrations for eCommerce, website content management, and business service offerings.
There are many versions of this tool with file timestamps in the archives indicating activity between September 2024 to present. Each version uses one of two hardcoded OpenAI API keys and the same proxy credentials and test sites, which links the archives despite the disparate naming conventions. We identified AkiraBot-related archives that had the following root directory names:
Additionally, logs from the tool reveal that the operator ran it from the following paths, suggesting that they are most likely using Windows Server systems based on the Administrator username being the most prevalent:
C:/Users/Administrator/Desktop/ C:/Users/Administrator/Downloads/ C:/Users/Usuario/Desktop/ - only appears in the archive named GoDaddy
Originally, AkiraBot spammed website contact forms enticing the site owner to purchase SEO services. Newer versions of AkiraBot have also targeted the Live Chat widgets integrated into many websites, including Reamaze widgets.

The bot has a GUI that shows success metrics and lets the operator choose a target list to run against. The GUI lets the operator customize how many threads are running at once, a feature the bot uses to target many sites concurrently.

Searching for websites referencing AkiraBot domains shows that the bot previously spammed websites in a way that the message was indexed by search engines.
![Google search results containing useakira[.]com](../themes/icons/grey.gif)

AkiraBot creates custom spam messages for targeted websites by processing a template that contains a generic outline of the type of message the bot should send.

The template is processed by a prompt sent to the OpenAI chat API to generate a customized outreach message based on the contents of the website. The OpenAI client uses model gpt-4o-mini and is assigned the role “You are a helpful assistant that generates marketing messages.” and the prompt instructs the LLM to replace the variables <WEBSITE_NAME> and <KEYWORD> with the site name provided at runtime.

The <KEYWORD> is generated by processing the {context} variable, which contains text scraped from the targeted website via BeautifulSoup, a library that transforms raw HTML code into human–or LLM–readable text.

The resulting message includes a brief description of the targeted website, making the message seem curated. The benefit of generating each message using an LLM is that the message content is unique and filtering against spam becomes more difficult compared to using a consistent message template which can trivially be filtered.

AkiraBot puts significant emphasis on evading CAPTCHAs so that it can spam websites at scale. The targeted CAPTCHA services include hCAPTCHA and reCAPTCHA, including Cloudflare’s hCAPTCHA service in certain versions of the tool.
We identified an archive with files for CAPTCHA-related servers and browser fingerprints, which allow the bot’s web traffic to mimic a legitimate end user. The archives contain a fingerprint server that runs on the same system as the other AkiraBot tools and intercepts the website loading processes using Selenium WebDriver, an automation framework that simulates user browsing activity.
The inject.js script injects code into the targeted website’s Document Object Model (DOM) which enables the tool to modify how the website loads in real time and change behaviors. inject.js manipulates values in the session via a headless Chrome instance that makes the session appear like an end user’s browser to the webserver. The script modifies multiple browser attributes that webservers use to identify the nature of the browser viewing the website, including:
The bot uses several CAPTCHA bypassing services, including Capsolver, FastCaptcha, and NextCaptcha, which are failover services for when browser emulation is insufficient to interact with the targeted website.

AkiraBot also runs a headless Chrome instance to refresh values for Reamaze tokens periodically. Reamaze provides websites with customer support chat integrations, making this another targeted feature. The service also offers spam filters for chats on its platform, indicating that this is a known vector for spam attacks.

AkiraBot uses many different proxy hosts to evade network detections and diversify the source of where its traffic comes from. In each archive SentinelLABS analyzed, AkiraBot used the SmartProxy service. SmartProxy’s website claims that its proxies are ethically sourced and that they provide data center, mobile, and residential proxies. Each version of the bot uses the same proxy credentials, suggesting the same actor is behind each iteration.

While SmartProxy is a service that seems to operate within legal boundaries, it is worth noting that it has regularly had the attention of cybercriminals. The BlackBasta ransomware leaks referenced an exchange of SmartProxy credentials, for example.

AkiraBot logs its spam progress to submissions.csv, which sometimes includes the AI-generated spam message contents as well. The submissions.csv file from the January 2025 archives show more than 80,000 unique domains that were successfully spammed. The script also logs failed attempts in failed.txt and failed_old.txt. The January 2025 archives showed that only 11,000 domains had failed, including previous runs of the tool. We analyzed all submissions.csv files; deduplicating the results revealed that more than 420,000 unique domains were targeted in total.
Two versions of AkiraBot used a Telegram bot for logging success metrics. The scripts monitor.py and monitor_random.py would collect success metrics from the bot and post them to a Telegram channel via API.

The Telegram functionality, contained in the monitor.py and monitor_random.py scripts, is tied into proxy rotation and CAPTCHA defeat features contained within the bundled JavaScript file script.js. The monitor.py script utilizes pyautogui to paste the contents of script.js into a browser developer console by scripting CTRL+SHIFT+J, followed by the paste command, eventually executing the JavaScript within the browser console.

The pasted and executed JavaScript is then responsible for attempting CAPTCHA refreshes and defeats on targeted URLs, reporting the status returned to a JSON file, stats.json. If a proxy rotation is required, to aid further in refreshing the CAPTCHA defeat attempts on a given URL, the monitor.py script handles this as well, rotating the used proxy though the iproxyonline service (fxdx[.]in).
Proxy rotation is generally enabled to avoid geographic or IP-based restrictions when repeatedly attempting to refresh and defeat CAPTCHAs. The Telegram status updates specifically report on proxy rotations and CAPTCHA submissions. Some versions of these scripts have the proxy rotation section commented out, indicating that it is an optional feature.

All of the analyzed monitor.py and monitor_random.py scripts contain the same Telegram token and chat_id combination.

This Telegram chat_id is associated with the following Telegram user data:
(bot) username: htscasdasdadwoobot Firstname: Shadow / hts LastName: a_zarkawi

The spam messages frequently rotate the domain used, likely in an attempt to avoid detection. The oldest domain in use is akirateam[.]com, which was registered in January 2022 on a Germany-based IP, 91.195.240[.]94, without further updates until March 2023. The second oldest domain is goservicewrap[.]com, which was registered in April 2024 and resolved to 86.38.202[.]110, a Hostinger IP in Cyprus.
Several AkiraBot domains have interesting connections through historical DNS activity. The subdomain mail.servicewrap-go[.]com briefly shared a CNAME record pointing to 77980.bodis[.]com, which is associated with various malicious activities, including a 2023 malvertising campaign. This domain also received communications from several Windows executable files that were detected as various banking trojans.
An odd relationship stood out in anchor links referencing 77980.bodis[.]com: the website unj[.]digital contained anchor links from December 2024 through February 2025 pointing to 77980.bodis[.]com. UNJ Digital’s website describes itself as a digital marketing and software development firm. The subdomain smtp.unj[.]digital also has a CNAME record pointing to 77980.bodis[.]com, fortifying a connection between these hosts. While the website now highlights offering digital content services, as of late 2024 the site showed a focus on increasing marketing revenue.
![Screenshot of content on unj[.]digital circa October 2024](../themes/icons/grey.gif)
![Screenshot of content on unj[.]digital circa March 2025](../themes/icons/grey.gif)
AkiraBot uses two distinct themes in their SEO offering domain naming conventions: Akira and ServiceWrap. Reviews for both services on TrustPilot are similar: many 5-star reviews with similar, potentially AI-generated contents, and the occasional 1-star review complaining that the site is either a scam or has spammed the person leaving the review.
The 5-star reviews tend to follow a pattern where the reviewer has one previous review that was made 1-5 days before the Akira or ServiceWrap review. The review themes are very similar across these 5-star reviews, though the contents and structure are always unique. We believe the actor may be generating some fake reviews, though it is difficult to say with certainty.
![Trustpilot review for servicewrapgo[.]com](../themes/icons/grey.gif)
![Trustpilot review for useakira[.]com](../themes/icons/grey.gif)
![Trustpilot review for useakira[.]com](../themes/icons/grey.gif)
AkiraBot is a sprawling framework that has undergone multiple iterations to integrate new spamming target technologies and evade website defenses. We expect this campaign to continue to evolve as website hosting providers adapt defenses to deter spam. The author or authors have invested significant effort in this bot’s ability to bypass commonly used CAPTCHA technologies, which demonstrates that the operators are motivated to violate service provider protections.
AkiraBot’s use of LLM-generated spam message content demonstrates the emerging challenges that AI poses to defending websites against spam attacks. The easiest indicators to block are the rotating set of domains used to sell the Akira and ServiceWrap SEO offerings, as there is no longer a consistent approach in the spam message contents as there were with previous campaigns selling the services of these firms.
SentinelLABS thanks the OpenAI security team for their collaboration and continued efforts in deterring bad actors from abusing their services. The OpenAI team shared the following response following their investigation:
“We’re grateful to SentinelOne for sharing their research. Distributing output from our services for spam is against our policies. The API key involved is disabled, and we’re continuing to investigate and will disable any associated assets. We take misuse seriously and are continually improving our systems to detect abuse.”
Akira & ServiceWrap Domains
akirateam[.]com
beservicewrap[.]pro
firstpageprofs[.]com
getkira[.]info
go-servicewrap[.]com
gogoservicewrap[.]com
goservicewrap[.]com
joinnowkira[.]org
joinnowservicewraps[.]pro
joinservicewrap[.]com
joinuseakira[.]com
kiraone[.]info
letsgetcustomers[.]com
loveservice-wrap[.]com
mybkira[.]info
onlyforyoursite[.]com
searchengineboosters[.]com
service-wrap[.]com
servicewrap-go[.]com
servicewrap[.]pro
servicewrapgo[.]com
servicewrapone[.]com
theakirateam[.]com
toakira[.]pro
topservice-wrap[.]pro
topservicewrap[.]com
usekiara[.]com
useproakira[.]com
usethatakira[.]com
wantkiara[.]info
wearetherealpros[.]com
wejoinkir[.]vip
wethekira[.]shop
wetheservicewrap[.]pro
AkiraBot Tool Archive SHA-1
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