Visualização normal

Hoje — 8 de Setembro de 2026Stream principal
  • ✇Cybersecurity News
  • Liquid Network Security Incident: The White Hat Dilemma Do Son
    Discover the details of the Liquid Network hack. A white hat attacker stole 4,000 Bitcoins but returned most of the funds to force a bug bounty payment. Related Posts: Outsider Phishing Kit Survives Operation Ghost Hook Takedown Phantom Deal Scam Targets Executives With Fake NDAs Microsoft Teams IT Support Impersonation Leads to Domain Takeover The post Liquid Network Security Incident: The White Hat Dilemma appeared first on Daily CyberSecurity.
     
Antes de ontemStream principal
  • ✇Blog oficial da Kaspersky
  • O que sabemos sobre o roubo de criptomoedas por meio de anúncios do Adform Stan Kaminsky
    O Adform, uma importante plataforma de publicidade, permaneceu comprometido por aproximadamente 24 horas (desde o fim do dia 26 de julho até a noite de 27 de julho) após ser alvo de um ataque por invasores desconhecidos. Poucas pessoas fora do setor conhecem o nome, mas o Adform veicula cerca de 1,5 bilhão de impressões de anúncios todos os dias em dezenas de milhares de sites. Isso significa que qualquer pessoa que visitasse um site que veiculasse anúncios do Adform poderia ter sido alvo do ata
     

O que sabemos sobre o roubo de criptomoedas por meio de anúncios do Adform

25 de Agosto de 2026, 13:13

O Adform, uma importante plataforma de publicidade, permaneceu comprometido por aproximadamente 24 horas (desde o fim do dia 26 de julho até a noite de 27 de julho) após ser alvo de um ataque por invasores desconhecidos. Poucas pessoas fora do setor conhecem o nome, mas o Adform veicula cerca de 1,5 bilhão de impressões de anúncios todos os dias em dezenas de milhares de sites. Isso significa que qualquer pessoa que visitasse um site que veiculasse anúncios do Adform poderia ter sido alvo do ataque.

Os invasores não estavam tentando instalar malware. Em vez disso, eles executaram um script no navegador da vítima que verificava a área de transferência a cada três segundos. Se detectasse que um endereço de carteira de criptomoedas havia sido copiado, o script o substituía pelo endereço de carteira dos invasores. Assim, se alguém tivesse um site com o anúncio malicioso aberto em uma guia do navegador e estivesse realizando uma transação com criptomoedas em outra guia ou em um aplicativo dedicado, os fundos poderiam acabar nas mãos dos invasores. Os responsáveis pelo Adform detectaram o ataque e corrigiram o problema, mas não há garantia de que um incidente semelhante não volte a acontecer. Por isso, todos os usuários devem se proteger contra publicidade maliciosa. Confira nossas dicas no final desta postagem.

O que sabemos sobre o ataque ao Adform

Não há muitas informações disponíveis, pois a declaração oficial da empresa aborda apenas o que aconteceu e quando, sem explicar a causa do incidente. Uma pesquisa independente revelou detalhes técnicos sobre como usuários comuns foram alvo do ataque, mas nada disso explica como o próprio Adform foi invadido inicialmente.

O que está claro é que os invasores inseriram seu próprio código no JavaScript carregado em todos os sites que veiculavam anúncios do Adform. Sempre que um anúncio estava prestes a ser exibido, o script era carregado do servidor do Adform, selecionava o anúncio correto e o exibia. No entanto, os invasores haviam acrescentado um conjunto de funções maliciosas: monitorar a área de transferência, enviar ao próprio servidor dados sobre o site em que o ataque ocorreu e o endereço IP da vítima, além de substituir endereços de carteiras de Bitcoin, Ethereum e Tron.

Para que o ataque funcionasse, bastava uma guia do navegador aberta com qualquer site que veiculasse anúncios do Adform. Não importava o tipo de site, a aparência do anúncio ou a qual anunciante ele pertencia. A única coisa que importava era se o site usava HTTP ou HTTPS. Segundo o Adform, o ataque não poderia ser realizado em um site carregado por HTTPS, pois, nesse caso, a conexão com o servidor dos invasores era bloqueada.

A empresa não divulgou informações sobre quantos usuários foram afetados nem sobre quantos sites ainda veiculam conteúdo e anúncios por HTTP.

Anúncios maliciosos fazem parte do nosso dia a dia

Infelizmente, anúncios on-line perigosos se tornaram um problema sistêmico. E não estamos falando apenas de anúncios de suplementos de procedência duvidosa ou de jogos de azar. Estamos falando de anúncios que disseminam malware ou levam a sites criados para roubar dados de pagamento e outras informações valiosas. Os invasores construíram uma infraestrutura em escala industrial para realizar esse tipo de ataque e utilizam diversas abordagens.

• Invadir e comprometer servidores de anúncios. O Adform não é um caso isolado. Por exemplo, invasores já invadiram servidores de anúncios do Revive, por exemplo, e disseminaram malware por meio de anúncios no PornHub.

• Sequestro das contas de anúncios de marcas legítimas e respeitáveis. Basta roubar a senha de alguém da equipe de marketing. A partir daí, os cibercriminosos veiculam anúncios se passando pela empresa que invadiram e promovendo atualizações falsas de aplicativos, promoções fraudulentas e golpes semelhantes. Nos piores casos, como nas invasões de contas da adtech.de e da adxpansion.com, os invasores conseguiram veicular anúncios que redirecionavam as vítimas diretamente para a instalação automática de malware (downloads drive-by).

• Comprar anúncios diretamente. Isso mesmo. Os invasores simplesmente criam suas próprias contas de anunciante e veiculam anúncios para seus sites de phishing e malware, como qualquer outra empresa na Internet.

Como os anúncios aparecem praticamente em todos os lugares, em sites, aplicativos e redes sociais, essas ameaças podem surgir em praticamente qualquer contexto. E existem variações dessa ameaça tanto em computadores quanto em dispositivos móveis.

Como se proteger de anúncios maliciosos

A única maneira de reduzir significativamente o risco é bloquear o máximo possível de anúncios e combinar isso com proteção contra ataques cibernéticos em todos os seus dispositivos:

• Use um serviço de DNS seguro com filtragem de conteúdo integrada. Eles são eficazes no bloqueio da maioria das redes de anúncios conhecidas. A ideia é simples: sempre que seu dispositivo tenta se conectar a um servidor, o serviço DNS bloqueia solicitações para domínios de anúncios conhecidos. Isso desativa os anúncios em todos os lugares de uma só vez: em smart TVs, em todos os navegadores e em aplicativos para dispositivos móveis. Alguns provedores de Internet oferecem esse serviço, mas uma solução mais simples e universal é configurar o DNS seguro no roteador da sua casa seguindo nosso guia.

• Ative os bloqueadores de anúncios e rastreadores em sua solução completa de cibersegurança. Recomendamos Kaspersky Premium, que chama esse recurso de Antibanner. Esse tipo de proteção é especialmente importante durante viagens, pois o DNS seguro pode causar problemas de conexão em hotéis, restaurantes e aeroportos.

• Use proteção para o navegador. Um software de segurança básico pode impedir o download e a execução de um malware de roubo de dados, mas um pequeno script, como o usado no ataque ao Adform, ainda pode passar despercebido. Para se proteger contra esse tipo de ameaça, use uma solução capaz de analisar o que realmente está acontecendo no navegador. No Kaspersky Premium, esse recurso é oferecido pela extensão de navegador Kaspersky Protection. Ela protege contra a coleta de dados on-line, bloqueia banners de anúncios, protege seus pagamentos, protege o que você digita e bloqueia ataques de phishing.

Quer saber quais outros riscos podem estar escondidos nos anúncios on-line e como se proteger? Confira outras postagens:

Anunciantes compartilhando seus dados com… agências de inteligência
Descubra por que os corretores de dados criam dossiês sobre você e como impedir que eles façam isso
Como os smartphones criam um dossiê sobre você
Quem está rastreando você na web e como fazem isso
Como desaparecer da Internet

The State of AI-Enabled Malware August 2026: From Brand Abuse to Agentic Execution

25 de Agosto de 2026, 07:00

Explore Unit 42 research on AI-enabled malware. Learn how existing behavioral detection and endpoint analytics stop AI-authored code before execution.

The post The State of AI-Enabled Malware August 2026: From Brand Abuse to Agentic Execution appeared first on Unit 42.

COLDCARD Seed Generation Flaw Linked to Nearly $89 Million Bitcoin Theft

Galaxy Research linked a suspected Bitcoin theft of 1,367.05 BTC to weak COLDCARD seeds. Coinkite says updates cannot repair seeds already generated on devices.

Why Bitcoin Businesses Are Moving to Dedicated VPS Infrastructure

A Bitcoin business rarely runs a simple website. Payment processors, exchanges, wallet services, blockchain analytics products and Lightning…

Understanding Trend Structure: Higher Highs and Lower Lows Explained

Before indicators, before oscillators, before anything that requires a formula – the market communicates through price structure. Peaks…
  • ✇Schneier on Security
  • Is “Satoshi Nakamoto” Really Adam Back? Bruce Schneier
    The New York Times has a long article where the author lays out an impressive array of circumstantial evidence that the inventor of Bitcoin is the cypherpunk Adam Back. I don’t know. The article is convincing, but it’s written to be convincing. I can’t remember if I ever met Adam. I was a member of the Cypherpunks mailing list for a while, but I was never really an active participant. I spent more time on the Usenet newsgroup sci.crypt. I knew a bunch of the Cypherpunks, though, from various con
     

Is “Satoshi Nakamoto” Really Adam Back?

20 de Abril de 2026, 08:07

The New York Times has a long article where the author lays out an impressive array of circumstantial evidence that the inventor of Bitcoin is the cypherpunk Adam Back.

I don’t know. The article is convincing, but it’s written to be convincing.

I can’t remember if I ever met Adam. I was a member of the Cypherpunks mailing list for a while, but I was never really an active participant. I spent more time on the Usenet newsgroup sci.crypt. I knew a bunch of the Cypherpunks, though, from various conferences around the world at the time. I really have no opinion about who Satoshi Nakamoto really is.

Fake Ledger Live App on Apple Store Linked to $9.5M Crypto Theft

Apple approved a fake Ledger Live app on its App Store, allowing scammers to steal $9.5 million from more than 50 users. Did you install this app?
❌
❌