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Revolut gave customer IDs and financial data to a government impostor

Revolut has acknowledged that it disclosed sensitive customer records to an unauthorized party. The company had accepted fraudulent information requests sent from an email address on a legitimate government agency domain, according to TechCrunch.

Revolut is a London-based banking and financial platform with more than 80 million customers globally, according to the company.

Revolut describes this as an external impersonation scam, not an intrusion into its systems. It also says customer funds were not affected. Revolut has not identified the government agency or disclosed its email domain.

The attacker appears to have abused the trust attached to a real government email domain to make bogus requests for customer information. Revolut detected the activity, blocked the sending address, and says it notified the relevant agency, law enforcement, data protection authorities, and financial regulators.

“Upon detection, we immediately blocked the address and alerted the relevant government agency as well as enforcement agencies, data protection, and financial regulators.”

Through this social engineering attack, rather than by gaining access to Revolut’s systems, the criminals obtained the following types of information about customers:

  • Identity and contact information like dates of birth, postal address, email address, and phone number.
  • Copies of IDs such as passports and driver’s licenses.
  • Verification selfies.
  • Account statements and transaction histories.

Revolut has said only that a “limited” or “very limited” number of customers were affected, and that it contacted them directly.

Those customers have received or will receive an email specifying which of their personal data was disclosed:

Affected Revolut customers will be told what type of data was disclosed.

How to stay safe

The likely consumer impact will be second-stage fraud attempts rather than immediate unauthorized transfers. Here are some guidelines to help keep your money safe:

Treat any unexpected Revolut-related contact as suspicious, especially calls, emails, WhatsApp messages, or text messages claiming you need to “secure” an account, reverse a transfer, or replace documents. Do not use links or phone numbers supplied in the message. Revolut advises ending contact with suspected scammers and contacting the company through official channels.

IDs and other exposed information could be used for identity theft. Monitor your accounts and credit reports for unfamiliar account openings or credit applications, and consider placing a fraud alert or using credit monitoring where available in your country.

If you received a notification email, check your balances, cards, beneficiaries, recent transfers, account statements, and linked devices. Report any unfamiliar activity immediately through Revolut’s secure in-app chat.

If you were involved in a data breach, read our blog Involved in a data breach? Here’s what you need to know for more recommendations. 

Pro tip: Use Malwarebytes Scam Guard to analyze any suspicious communications. It can help you determine whether a message is a scam and advise you on what to do next.


Let’s face it, an incognito window can only do so much. 
 
Breaches, dark web trading, credit fraud. Malwarebytes Identity Theft Protection monitors for all of it, alerts you fast, and comes with identity theft insurance. 

Como usar a IA corretamente nos estudos: 25 prompts úteis + dicas de uso

A inteligência artificial deixou de ser uma novidade tecnológica e se tornou uma ferramenta tão comum que até crianças do ensino fundamental já a utilizam. Tentar proibir as crianças de usar IA hoje faz tanto sentido quanto teria feito, no passado, proibir sites de pesquisa ou a Wikipedia.

Hoje, vamos explicar como os chatbots realmente funcionam e como ensinar as crianças a usar a IA como ferramenta de apoio aos estudos, e não como substituto do próprio raciocínio.

Explique às crianças (e também aprenda) como a IA funciona

Antes de explicar qualquer coisa sobre inteligência artificial para crianças, é importante entender como essa tecnologia realmente funciona e quais são as limitações dela.

A maioria dos chatbots populares usados por crianças (e também por adultos) é do tipo conhecido como grandes modelos de linguagem, ou LLMs. Para criar esse tipo de modelo, os pesquisadores o treinam para identificar padrões em enormes quantidades de texto. O modelo divide o texto em pequenas unidades chamadas tokens (que podem ser uma sequência de palavras, um sinal de pontuação, uma única palavra ou caractere ou até uma frase inteira) e, em seguida, prevê qual token tem maior probabilidade de aparecer a seguir.

Exemplo de como o GPT-3.5 e o GPT-4 dividem o texto em tokens

Este exemplo mostra como os modelos GPT-3.5 e GPT-4 dividem as mensagens em tokens. Fonte

O mesmo acontece quando um chatbot conversa com uma pessoa. O modelo de linguagem não raciocina de fato por conta própria. Ele calcula quais palavras e frases têm maior probabilidade de aparecer em sequência para produzir uma resposta adequada à sua pergunta. Isso significa que os chatbots podem dar respostas incompletas ou simplesmente erradas, independentemente da frequência com que sejam atualizados ou treinados novamente. Um exemplo marcante: apenas dois anos atrás, chatbots populares afirmavam aos usuários, com toda a confiança, que a palavra “strawberry” tinha duas letras “r”, quando na verdade tinha três. Erros desse tipo são comumente chamados de alucinações.

Muitos chatbots também podem pesquisar informações na Internet. Nesse caso, a IA obtém dados de uma fonte externa, mas ainda usa seus próprios algoritmos internos para montar a resposta. Além disso, os próprios resultados de busca podem incluir publicações desatualizadas, conteúdo publicitário, tabloides e outras fontes questionáveis.

Como ajudar as crianças a usar a IA com bom senso

Converse com elas sobre como a IA pode cometer erros

Já vimos que a inteligência artificial não está livre de erros. Infelizmente, as alucinações não são o único problema. Mesmo quando um chatbot usa informações corretas, ele ainda pode apresentá-las de forma enganosa ao omitir algo, dar ênfase ao aspecto errado ou chegar a uma conclusão questionável. Às vezes, o resultado depende de fatores que o usuário jamais pensaria em levar em conta ao fazer uma pergunta.

Um desses fatores surpreendentes é simplesmente o idioma que você está usando. A maior parte dos dados usados para treinar os principais modelos está em inglês, por isso esses sistemas tendem a apresentar resultados melhores nesse idioma. O mesmo modelo de IA pode responder corretamente a uma pergunta em inglês, mas errar ao receber exatamente a mesma pergunta em, por exemplo, em sérvio. Essa diferença é mais evidente em áreas como ciência, medicina, tecnologia e direito, nas quais há muito mais material de alta qualidade disponível em inglês para o modelo usar como referência.

Outra peculiaridade dos chatbots é que eles podem apresentar resultados piores à medida que recebem mais informações. Estudos mostram que, quanto mais texto e dados um modelo precisa processar, mais difícil fica para ele acompanhar os detalhes, relacionar informações de diferentes partes de uma conversa e responder a perguntas que exigem uma compreensão realmente aprofundada. Por isso, enviar um livro inteiro para um chatbot e fazer perguntas detalhadas sobre ele é uma maneira quase certa de desencadear alucinações.

Também vale a pena questionar não apenas o que a IA diz, mas também a forma como você faz suas perguntas. Os chatbots costumam tentar agradar ao usuário e podem moldar a resposta para se alinhar ao ponto de vista sugerido pela pergunta. Por exemplo, o mesmo chatbot pode dar respostas opostas a “Por que a Terra está superpovoada?” e “Por que a Terra não está superpovoada?”, construindo a resposta, em cada caso, com base na premissa embutida na pergunta. Um estudo recente constatou que até os modelos de linguagem mais avançados não conseguiram contestar premissas falsas em 26% a 42% dos casos.

Use a IA para ajudar no aprendizado, não para aprender por você

Qualquer ex-estudante sabe que copiar o trabalho dos outros é uma arte por si só, algo que exige uma habilidade considerável e pelo menos algum envolvimento com o material (às vezes, até bastante). Hoje, infelizmente, até essa habilidade corre o risco de desaparecer: a tentação de copiar uma resposta que levou apenas alguns segundos para ser gerada é forte demais. Mas os próprios chatbots estão longe de ser alunos nota dez.

Em um estudo, pesquisadores submeteram três chatbots populares a uma prova de química e compararam suas notas com as de estudantes reais entre 2009 e 2023. Os estudantes tiveram um desempenho melhor. Às vezes, os chatbots chegam à resposta correta, mas por meio de uma cadeia de raciocínio falho, de modo que as respostas poderiam muito bem estar erradas.

Por isso, vale explicar à criança que pedir à IA para escrever redações do zero ou resolver equações sem conferir o resultado depois não é um bom caminho. Além disso, no mundo profissional, eles serão avaliados por suas habilidades e conhecimentos reais, e os chatbots não poderão ajudá-los a fingir que dominam algo que não sabem. O que a IA pode fazer de forma realmente útil, sem atrapalhar o aprendizado, é explicar assuntos difíceis e ajudar a entender os erros. Veja alguns exemplos:

Se um assunto for difícil de entender

  • “Explique este assunto de forma simples: {inserir assunto}”
  • “Explique este assunto usando um exemplo do dia a dia: {inserir assunto} “
  • “Esta é a parte que não entendo: {inserir texto}. Explique-a para mim passo a passo”
  • “Explique este assunto primeiro de forma simples e depois usando termos mais técnicos: {inserir assunto}“
  • “Tenho uma pergunta: {inserir pergunta}. Não me dê a resposta. Faça perguntas que me ajudem a chegar à resposta por conta própria”

Matemática e outras ciências exatas

  • “Preciso de uma dica para o primeiro passo, mas não resolva o problema inteiro: {inserir problema}“
  • “Analise minha resolução e diga onde cometi um erro, mas não o corrija por mim: {inserir problema e solução}“
  • “Crie um problema parecido para eu tentar resolver: {inserir problema}“
  • “Esta é a minha resposta: {resposta}. Faça perguntas para que eu possa verificar se resolvi o problema corretamente”
  • “Explique por que esta fórmula se aplica a este caso: {inserir problema}“

Redações e trabalhos escritos

  • “Faça cinco perguntas sobre este assunto para que eu possa elaborar minha própria tese e meus argumentos: {inserir assunto}“
  • “Este é o rascunho da minha redação. Tente encontrar falhas na minha argumentação ou trechos que precisam de mais detalhes: {inserir o texto do rascunho}“
  • “Analise o esboço da minha redação e diga o que está faltando: {inserir esboço da redação}”
  • “Aponte os trechos do meu texto em que a ideia não está clara, mas não os reescreva por mim: {inserir texto}“
  • “Finja ser um professor experiente e tente contestar meu argumento: {inserir texto}“

Aprendizado de idiomas

  • “Converse comigo em {inserir idioma} no nível A2. Depois que eu responder, corrija meus erros”
  • “Dê-me cinco frases para traduzir usando esta estrutura gramatical: {inserir estrutura gramatical}“
  • “Explique esta regra gramatical e dê alguns exemplos: {inserir regra gramatical}“
  • “Vou escrever uma frase, e você me dirá se há algum erro. Quero uma dica primeiro e só mostre a versão correta depois da minha segunda tentativa. {inserir frase}“
  • “Escreva um diálogo curto em {inserir idioma} no qual eu tenha que responder como um dos personagens”

Teste seus conhecimentos

  • “Faça um quiz com 20 perguntas sobre este assunto: {inserir assunto}. Faça uma pergunta de cada vez e não mostre a resposta logo de cara”
  • “Depois de cada resposta, explique apenas o que eu errei”
  • “Comece com cinco perguntas fáceis e depois faça cinco perguntas difíceis”
  • “Aumente a dificuldade das perguntas sempre que eu acertar”
  • “Com base nos meus erros, diga quais assuntos devo revisar”

Verifique as respostas da IA junto com a criança

Certifique-se de que as crianças entendam que não devem confiar cegamente no que um chatbot diz, mesmo quando ele cita outras fontes. Também não é uma boa ideia pedir ao próprio chatbot que confira o trabalho que fez; há uma chance real de ele repetir os mesmos erros ou até acrescentar novos erros aos anteriores.

Escolha qualquer resposta de um chatbot e analisem juntos, dividindo-a em afirmações individuais e fazendo perguntas sobre cada uma. De onde veio essa data ou esse número? A IA está citando uma pessoa, publicação ou estudo específico? Essa pessoa realmente disse o que foi citado? Se o chatbot incluir um link, abra-o e verifique se a IA representou corretamente o conteúdo da fonte.

Aproveite para avaliar também a qualidade da própria fonte. Se algo estiver escrito em um tom excessivamente emocional ou fizer afirmações contundentes sem apresentar evidências, é um bom sinal de que você deve procurar informações em outra fonte.

Proteja as crianças e as contas delas

Tudo o que a criança compartilhar com um chatbot vai parar nos servidores da empresa responsável pelo serviço e, por padrão, é usado para treinar ainda mais o modelo. Nos últimos anos, vimos que nem as maiores empresas estão imunes a falhas e vazamentos de dados. Para reduzir o risco de vazamento das informações da criança e manter a conta dela segura, siga algumas regras simples:

  • Certifique-se de que a criança entenda que a IA não é um diário particular. Oriente a criança a não compartilharem nome, endereço residencial, escola ou qualquer outra informação confidencial com um chatbot.
  • Ajuste as configurações de privacidade do chatbot. No mínimo, desative a memória e todos os recursos relacionados a “melhorar o modelo” ou ao treinamento. Também vale a pena conferir nossos guias detalhados sobre como configurar a privacidade e a segurança no ChatGPT e no DeepSeek.
  • Atualize a senha. A maioria dos chatbots exige uma conta. Para evitar que a conta da criança seja invadida, defina uma senha forte e exclusiva, que não seja usada em nenhum outro serviço. Se as senhas da criança seguem a fórmula clássica “nome de solteira da mãe + ano de nascimento” ou usam palavras populares de memes, como “skibidi”, temos uma má notícia: senhas desse tipo são quebradas muito rapidamente. Em vez de criar e memorizar senhas, é melhor deixar um gerenciador de senhas criptografado gerá-las e armazená-las.
  • Ative a autenticação em dois fatores. Isso cria uma camada extra de proteção contra qualquer pessoa que tente invadir as contas da criança. Em vez de usar um número de telefone como segundo fator, é melhor usar códigos de acesso gerados e atualizados automaticamente em um gerenciador de senhas.
  • Use proteção antiphishing. Além de sites falsos que se passam por serviços de IA, há outro risco: às vezes, os chatbots fornecem aos usuários links para sites de phishing (páginas falsas criadas para roubar informações pessoais). O Kaspersky Premium bloqueia o acesso a sites suspeitos e ajuda a evitar que golpistas roubem os dados e o dinheiro de sua família.
  • Saiba o que a criança está fazendo na Internet. Além de um gerenciador de senhas e proteção contra malware e phishing, o inclui, que permite configurar controles parentais, restringir conteúdos indesejados e acompanhar quanto tempo a criança passa on-line.

O que mais ler para manter as crianças seguras na Internet na escola:

153M+ driver’s licenses for sale on new dark web platform

A new dark web platform called Nexus claimed to be selling 153 million driver’s license scans and millions of other identity and medical cards.

The collection included more than 153 million driver’s licenses, 10 million ID cards, 3 million travel documents, and 579,000 medical cards, including marijuana dispensary cards, according to reports.

The trove of driver’s license scans reported by KrebsOnSecurity is a sharp reminder that identity verification is not a harmless box-ticking exercise.

The FBI’s New Orleans field office has opened an investigation into an apparent breach involving identity verification provider IDScan.net. The company said it was investigating.

IDScan.net advertises as follows:

“We provide simple, secure solutions to help dispensaries reduce liability and protect their licenses by validating IDs, including a customer’s age, in a matter of seconds.”

The allegedly exposed records were especially concerning because some included more than a basic photo of an ID. KrebsOnSecurity found records containing front-and-back images, as well as infrared and ultraviolet scans, with timestamps that appeared to align with the holders’ travel or car-rental activity.

That matters because a driver’s license is far more useful to an identity thief than a password. You can reset a password. You cannot easily replace your face, date of birth, address, or license number, particularly when they’re accompanied by high-resolution images of your government-issued ID.

The age-verification problem

Age verification has become a common justification for asking people to upload an ID, take a selfie, or submit both to a third-party identity verification provider.

We have previously warned about the privacy and security trade-offs in age-verification systems, particularly those that require people to submit copies of government-issued ID. Such systems can turn a request to access a website into a decision to share an enduring identity document with a company the user may never have heard of.

In our opinion, that is a disproportionate risk. Once someone uploads an ID, the service or its vendor can potentially link the visit to their identity. If the provider is breached, the consequences can extend well beyond unwanted marketing or an exposed email address.

The reported Nexus dataset illustrates a broader concern: Identity documents are collected in many places that people may not connect with one another. Each individual collection may be presented as routine, but together they create an ever-expanding ecosystem of organizations, contractors, software platforms, cloud services, and privacy policies.

Facial images and ID copies can be reused. Criminals may use them to make scams more convincing, pass weak identity checks, or assemble detailed victim profiles from records obtained from separate breaches. An attacker who knows your name, address, date of birth, email address, and license details has a useful foundation for fraud.

This is why “we only need to verify your age” should not automatically mean “please upload your driver’s license” or another form of ID.

How to stay safe

When an ID check is required to use an online service, ask a basic question: Why does this company need a copy of my identity document, and what happens to it afterward? The scale of the data reportedly offered through Nexus shows why the answer matters.

Consumers cannot always refuse an ID check, particularly where it is legally required or necessary for a regulated service. But you can reduce unnecessary exposure:

  • Ask whether an ID image is stored and, if so, for how long.
  • Check whether the company uses a third-party identity verification provider.
  • Prefer services that offer a privacy-preserving age check rather than requiring a full ID upload.
  • Avoid submitting identity documents to sites you do not trust or did not intend to use.
  • Do not email copies of IDs unless there is no safer alternative and you have independently verified the recipient.
  • Be alert for phishing, account-recovery scams, and fraudulent credit applications if you believe your ID may have been exposed.
  • Consider a credit freeze where available.

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